Dia da Mãe. Para festejar todas as mães.
Sou da opinião pessoal que este tipo de dias, como o Dia da Mãe, o Dia do Pai, o Dia dos Namorados e afins, são dias globalizados que permitem às lojas ganhar mais uns trocos com as vendas dos presentes.
Não que acredite que não é importante demonstrar o amor que sentimos pelos nossos entes queridos pelo menos um dia por ano, mas, para ser assim, temos o Natal, que junta logo todos num dia só!
Interessante, que nem eu escapei à febre do presentinho, e lá comprei à minha mãe um miminho: um avental cor-de-rosa choque a dizer "Mãe, adoro os teus cozinhados". Coisa pequena, mas que ela gostou, gostou. Já ao meu pai comprei, lá do seu dia, um cinzeiro (verde e tudo, à sportinguista) a dizer Pai.
Apenas comprei porque sim. Considero-me alguém que demonstra o seu amor, pelo menos, duas vezes por dia: quando me levanto, e quando me deito.
Este é apenas dia obrigatório para o fazer. Está-nos no subconsciente; "hoje vais-te levantar bem mais cedo, vais vestir-te, dar um grande beijo à tua mãe e vais tomar o pequeno almoço com ela". Assim o fiz.
O mais giro é que todos temos a noção que o fazemos apenas porque sim, mas continuamos a fazer, todos os anos.
E continuaremos.
Talvez tenha um sabor diferente quando for o nosso dia...
" Bird of prey flying high, take me on your flight "
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