Má ideia...
" Bird of prey flying high, take me on your flight "
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domingo, 24 de janeiro de 2010
Escolhas...
Foi uma má ideia pôr Cat Stevens na pausa para ouvir uma cena da nova mini-série da TVI.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Não tenho titulo
Não gosto de imagens chocantes. Não gosto de imagens que abalam o mundo.
Não gosto de me sentir impotente quando tanta gente precisa de ajuda e eu não a consigo dar. Não gosto de saber que, enquanto eu me dou ao luxo de poder ter um computador e pagar a ligação à internet, há quem viva sem conseguir. Não gosto da revolta que gere, sabendo que não há nada que possa fazer.
Não é ser martir, boa samaritana ou qualquer outra coisa; é ser minimamente humana. É sentir uma benção enorme por aqui poder escrever o que escrevo, felicidade por não saber o que aquilo é.
Podia entrar agora num avião, e por algum motivo deixo-me ficar por aqui, com a minha tecnologia e coerência (ou falta dela).
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Vampiros ao ataque!
A febre Twilight chega aos ecrãs portugueses, e em português!
É verdade. Depois do canal do Estado investir nas séries vampirescas americanas, chega a vez dos canais privados de mostrarem o seu lado mais nocturno, mas na língua materna.
O mais giro é que é tão pouco original que até dói!
Não conheço a história do produto da TVI, mas a da SIC é quanto baste!
Pois não é que a história desta série é exactamente a da paixão entre um vampiro e (suspence)... UMA HUMANA??? E digo mais: a humana chama-se Isabel, bem à americana - a protagonista da história "original" tem o nome de, vá-se lá imaginar, Isabella. Espanta-me que o co-protagonista não se chame Eduardo.
Agora, não deve ser difícil adivinhar o final: ambos ficam juntos, muito provavelmente ela como vampira.
Ahhh, como gosto tanto da banalização das histórias!... É por estas e por outras que temos toda uma juventude a ver filmes e a ler livros sem os entenderem profundamente.
É verdade. Depois do canal do Estado investir nas séries vampirescas americanas, chega a vez dos canais privados de mostrarem o seu lado mais nocturno, mas na língua materna.
O mais giro é que é tão pouco original que até dói!
Não conheço a história do produto da TVI, mas a da SIC é quanto baste!
Pois não é que a história desta série é exactamente a da paixão entre um vampiro e (suspence)... UMA HUMANA??? E digo mais: a humana chama-se Isabel, bem à americana - a protagonista da história "original" tem o nome de, vá-se lá imaginar, Isabella. Espanta-me que o co-protagonista não se chame Eduardo.
Agora, não deve ser difícil adivinhar o final: ambos ficam juntos, muito provavelmente ela como vampira.
Ahhh, como gosto tanto da banalização das histórias!... É por estas e por outras que temos toda uma juventude a ver filmes e a ler livros sem os entenderem profundamente.
domingo, 27 de dezembro de 2009
E passou o Natal
Passou, depois de dias em que a euforia reinou.
Passou, como quem diz. Os centros comerciais continuam completamente cheios com quem pretende trocar as prendas, os cheques recebidos ou que apenas quer aproveitar os (exorbitantes) saldos.
Eu não me queixo, que não pretendo ir a um centro comercial nos próximos dias, a não ser para ir a um cinemazinho.
Por falar em cinema, sabem o que tenho a dizer acerca de New Moon, o grande blockbuster americano que segue Twilight? Desilusão. A sério, desilusão. Eu esperava algo melhor, agora com um novo realizador, que talvez tivesse aprendido com os erros da realizadora anterior. Mas não, ficou pior; ficou estranho; ficou... irreal. Ainda mais do que aquilo que é (que eu saiba ainda não há vampiros e lobisomens à solta, pelo menos para as minhas bandas)! Alguns planos podem ser interessantes, algumas abordagens, mas não, está longe de chegar perto da verdadera história - confesso-me uma fã da saga (pelo menos dos primeiros dois livros, ligeiramente do terceiro, e pouquíssimo do último); é muito mais profundo do que se julga, e horrível para adolescentes com uma mente já propícia a fantasias que tendem a não ser realizáveis.
Mas isto é outra história.
Agora, o que é mesmo fixe, mas mesmo fixe, é pretendo tornar-me uma condutora nos próximos meses. Assim, sei lá, daqui a uns quatro meses. Mais coisa menos coisa. Não que pretenda andar de carro para todos os lados - o carro do meu pai não é propriamente muito pouco gastador, e eu, para ter um carro, algo que vai demorar, tem de ser um híbrido - mas o poder conduzir dá sempre jeito.
E isto é ainda outra história.
Mas o Natal não deixa de ter passado, apesar das luzes continuarem a estar acessas, e eu continuar com a mesa dos doces de Natal posta na sala.
Mas passou, acabou, pelo menos um pouco daquela febre.
Agora vem a outra febre, a do fim de ano.
E depois, acaba. Espera-se durante 12 meses e volta tudo de novo.
Passou, como quem diz. Os centros comerciais continuam completamente cheios com quem pretende trocar as prendas, os cheques recebidos ou que apenas quer aproveitar os (exorbitantes) saldos.
Eu não me queixo, que não pretendo ir a um centro comercial nos próximos dias, a não ser para ir a um cinemazinho.
Por falar em cinema, sabem o que tenho a dizer acerca de New Moon, o grande blockbuster americano que segue Twilight? Desilusão. A sério, desilusão. Eu esperava algo melhor, agora com um novo realizador, que talvez tivesse aprendido com os erros da realizadora anterior. Mas não, ficou pior; ficou estranho; ficou... irreal. Ainda mais do que aquilo que é (que eu saiba ainda não há vampiros e lobisomens à solta, pelo menos para as minhas bandas)! Alguns planos podem ser interessantes, algumas abordagens, mas não, está longe de chegar perto da verdadera história - confesso-me uma fã da saga (pelo menos dos primeiros dois livros, ligeiramente do terceiro, e pouquíssimo do último); é muito mais profundo do que se julga, e horrível para adolescentes com uma mente já propícia a fantasias que tendem a não ser realizáveis.
Mas isto é outra história.
Agora, o que é mesmo fixe, mas mesmo fixe, é pretendo tornar-me uma condutora nos próximos meses. Assim, sei lá, daqui a uns quatro meses. Mais coisa menos coisa. Não que pretenda andar de carro para todos os lados - o carro do meu pai não é propriamente muito pouco gastador, e eu, para ter um carro, algo que vai demorar, tem de ser um híbrido - mas o poder conduzir dá sempre jeito.
E isto é ainda outra história.
Mas o Natal não deixa de ter passado, apesar das luzes continuarem a estar acessas, e eu continuar com a mesa dos doces de Natal posta na sala.
Mas passou, acabou, pelo menos um pouco daquela febre.
Agora vem a outra febre, a do fim de ano.
E depois, acaba. Espera-se durante 12 meses e volta tudo de novo.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Feliz Natal
Não podia deixar de colocar uma música natalícia este ano.
Curiosamente, ambas têm a participação do George Michael. Juro que não foi propositado!
Como no Natal anterior coloquei a minha música de Natal preferida (Happy Christmas (war is over), de John Lennon), este ano decidi postar um pequeno guilty pleasure, daquelas músicas que apenas é giro ouvir. Não que seja totalmente de Natal, mas não há qualquer crise.
Mas como este ano eu quero ser boazinha, deixo duas em vez de apenas uma. E esta é mesmo boa
Mas como este ano eu quero ser boazinha, deixo duas em vez de apenas uma. E esta é mesmo boa
Curiosamente, ambas têm a participação do George Michael. Juro que não foi propositado!
domingo, 13 de dezembro de 2009
O Espírito Natalício ataca!
Sim, ataca, forte e feio!
Por todo o lado, já vemos luzes e decorações que não passam despercebidas, verdes, vermelhos e dourados espalham-se pelas ruas e os centros comerciais começam a encher. Nada que não seja normal nesta altura do ano.
No Sábado à noite passeie-me pela Vila Natal, de Óbidos (adoro aquela terra!); nenhum lugar demonstra mais Espírito Natalício do que aquele!
De vez em quando lá nevava, espuma que saía de umas máquinas postas nos candeeiros; neve artificial por todos os cantos da cerca do castelo, decorações, casas do Pai Natal e sua mulher, brincadeiras para as crianças, sem esquecer as pistas de gelo e mini-pistas de trenós e esqui.
É giro. Os miúdos gostam de ver os bonecos de neve e de pedir as prendas ao Pai Natal que está lá, no quentinho, sentado, e de ver a neve que lhes cai em cima.
É giro ver aquelas luzes todas, os figurantes, e toda a alegria das crianças e adultos que se sentem crianças.
Não nego que adoro esta atmosfera, de ir ouvir as músicas de Natal em todo o lado, do chocolate quente quando está frio; é bom.
E naquele dia 24, sabe bem estar em casa com toda aquela gente a rodear-me.
Sabe bem ver a árvore de Natal iluminada (com luzes apagadas quando ninguém está em casa, de dia e quando dormimos, claro), as decorações e tudo o que implica.
E se querem pôr um estandarte com o menino Jesus à janela, estejam à vontade; também concordo que o Natal passou a ser época de consumismo, e não devia. Mas vamos ver uma coisa: cada um é livre de ver o Natal como bem entende; se alguém que não é cristão quer celebrar o Natal como dia de estar com a família, qual é o problema? Não esquecer que vivemos num país em que não temos de viver sobre as ideologias religiosas; não somos obrigados a celebrar o Natal cristão!
(e agora algo que não tem nada a ver: parece que o Berlusconi foi atacado por um cidadão insatisfeito. Bem, não sou adepta da violência, mas quando o povo se expressa, algum motivo tem...)
(e agora algo que não tem nada a ver: parece que o Berlusconi foi atacado por um cidadão insatisfeito. Bem, não sou adepta da violência, mas quando o povo se expressa, algum motivo tem...)
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
O que se tem passado por aqui
Bem, como a minha única seguidora pode ter reparado, isto foi deixado um pouco ao abandono. Agora, vamos lá adivinhar porquê... *rufo dos tambores* exactamente, concorrente número um, a falta de tempo!
Porque falta de tempo é chegar a casa às 20 horas, ter ainda que tomar banho e jantar, estudar para o teste de História que aí está à porta (por acaso já passou, mas pronto), fazer o trabalho de História para entregar dias depois e ainda conseguir preparar não uma, mas duas apresentações de inglês e actualizar os blogues das ditas disciplinas - talvez mais actuais que o meu verdadeiro e único blog, apesar de assinar com o mesmo nome nos três.
Passando esta fase de exposição pouco interessante, devo por a par a minha leitora das minhas vivências recentes, que não deixam de ter um quê de cómico.
Começo por uma visita à Assembleia da República, aquele bonito edifício - por acaso gostei muito da decoração -, para assistir a uma sessão do nosso não menos belo Parlamento. Ai que tarde tão bem passada.
Não estou a falar da chuva que apanhei do Rato até S.Bento, mas sim da sessão propriamente dita. Aquilo é mesmo giro. Mas vou desenvolver esta ideia num outro post. Merece.
Ando também numa de nostalgia de cada vez que saio da escola e passo por uma outra escola, que, só por acaso, foi o lugar onde conheci grandes amigos e que agora está completamente destruído, mas como esse até tem direito a fotografia, também vai ser desenvolvido mais à frente.
E se há outra coisa na qual me envolvi agora foi em passar música nos intervalos da escola, e debato-me coma inconstante insatisfação do público alvo: se passo isto, é porque não passo aquilo, se passo aquilo é porque não passo isto (vamos substituir o isto e aquilo por, sei lá, pop rasca tipo Lady Gaga e Rock como... Extreme, que me apetece agora e foram lá pedir um dia destes).
A existência de muitas estações de rádio torna-se inteligente, portanto.
Uma outra coisa muito engraçada onde agora passo o meu tempo (já referi que não tenho vida social?) é no Facebook.
Aderi recentemente à febre facebookiana, e pelos vistos não fui a única, que já andei a ensinar o meu professor de Sociologia a mexer no sítio.
Mas aquilo é giro. Posso dizer agora que, se fosse uma história de amor seria a de Ron e Hermione, do Harry Potter (mesmo a propósito), se fosse uma música seria a Even Flow dos Pearl Jam e, entre tantas outras coisas, se tivesse de casar com uma personagem interpretada pelo Johnny Depp seria o Roux, de Chocolat. Ah, e já vou no nível 18 do Farmville!
E basicamente a minha existência nestes últimos dias tem sido preenchida por aquela sensação
de querer fazer tudo e não poder fazer nada, porque tem muito que fazer.
Nem o Harry Potter, que devia ser lido, no máximo, de uma livro por semana, está a ser levado tão a sério como queria.
É que desde que fui a uma palestra com uma das tradutoras das aventuras de Harry Potter e descobri coisas que não fazia a ideia que existiam que aquela minha paixão pela saga se reacendeu.
Na verdade, a paixão já estava acesa havia algum tempo, mas a minha cromisse só agora se deu ao trabalho de reler toda a saga. E está a ser tão bom... Agora, tudo é Harry Potter. Até já completei a minha colecção de DVD's!
É verdade... sou uma croma sem nada que fazer da vida... E mesmo assim afirmo não ter tempo para nada!
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domingo, 15 de novembro de 2009
O Tuga é que sabe!
Passei a adorar ir a jogos da selecção. A sério! É de um primor assistir a tanto patriotismo...
Eu sei, eu sei, já vim para aqui debitar esta realidade bem portuguesa de que "o país é a equipa de futebol" muitas vezes, mas só ontém me dei conta da verdadeira dimensão da coisa.
Fui assistir ao jogo da nossa selecção com a Bósnia para o apuramento do Mundial 2010. Foi bonito, tirando a parte em que o jogo em si foi uma autêntica tristeza, mas isso é material para outro post!
O que me surpreendeu realmente foi todo aquele patriotismo e amor pelo país, porque o nosso país é o maior... a jogar futebol (e, mesmo assim, nem isso anda a fazer muito bem)!
As bandeiras (que devem ser apenas utilzadas para esse feito) saíram dos armários e esvoaçavam por todos os cantos do Estádio da Luz, juntamente com cachecóis e camisolas. Eu própria tenho um cachecol que levei com todo o gosto, exactamente para não ter que achincalhar um símbolo nacional, como é a bela Bandeira Portuguesa!
E sim, ouvir o nosso hino num estádio com cerca de 60 mil pessoas é deveras arrepiante; ao menos o hino não é abanado de cada vez que se marca um golo, ou quando o animador pede pelo microfone!
O mais giro é ver o português que, com a sua cerveja numa mão, bifana na outra (muito boa, devo acrescentar), apoia a selecção de uma maneira que até dá gosto! Quando o jogo acaba, e já no conforto do lar, esse mesmo português, a ver o telejornal, talvez com cerveja igualmente na mão, diz mal da Nação até mais não!
A beleza de um jogo da selecção é que é a única coisa que nos torna numa Nação; em todas as outras ocasiões seremos sempre cidadãos no mesmo país e parte da mesma cultura...
Eu sei, eu sei, já vim para aqui debitar esta realidade bem portuguesa de que "o país é a equipa de futebol" muitas vezes, mas só ontém me dei conta da verdadeira dimensão da coisa.
Fui assistir ao jogo da nossa selecção com a Bósnia para o apuramento do Mundial 2010. Foi bonito, tirando a parte em que o jogo em si foi uma autêntica tristeza, mas isso é material para outro post!
O que me surpreendeu realmente foi todo aquele patriotismo e amor pelo país, porque o nosso país é o maior... a jogar futebol (e, mesmo assim, nem isso anda a fazer muito bem)!
As bandeiras (que devem ser apenas utilzadas para esse feito) saíram dos armários e esvoaçavam por todos os cantos do Estádio da Luz, juntamente com cachecóis e camisolas. Eu própria tenho um cachecol que levei com todo o gosto, exactamente para não ter que achincalhar um símbolo nacional, como é a bela Bandeira Portuguesa!
E sim, ouvir o nosso hino num estádio com cerca de 60 mil pessoas é deveras arrepiante; ao menos o hino não é abanado de cada vez que se marca um golo, ou quando o animador pede pelo microfone!
O mais giro é ver o português que, com a sua cerveja numa mão, bifana na outra (muito boa, devo acrescentar), apoia a selecção de uma maneira que até dá gosto! Quando o jogo acaba, e já no conforto do lar, esse mesmo português, a ver o telejornal, talvez com cerveja igualmente na mão, diz mal da Nação até mais não!
A beleza de um jogo da selecção é que é a única coisa que nos torna numa Nação; em todas as outras ocasiões seremos sempre cidadãos no mesmo país e parte da mesma cultura...
sábado, 14 de novembro de 2009
And so it ended...
O muro de Berlim caiu há 20 anos. 20 anos é muito tempo...
É interessante ver como cada um reage a esta queda, tão simbólica para todo o Mundo. Porque o muro não dividia apenas Berlim, mas todo um Mundo em conflito político!
No entanto, uns mostram-se super felizes com a sua queda, outras dizem que choraram quando souberam da notícia. Quem pode julgar estes últimos? Não é bom ter o Mundo dividido, uma guerra fria, e tanta discriminação? Eu adoro!
Mas convenhemos, o muro físico já lá não está, mas a população de Berlim ainda o vê ali, bem construído. Basta ver nas imensas diferenças que há na vida do lado ocidente e do lado oriente. Reparem, ainda dividem o espaço!
Desviando-me um pouco do tópico, e mesmo não me apetecendo falar muito de política hoje, mas há que dizer algo: meus amigos, O COMUNISMO NUNCA FOI IMPLEMENTADO VERDADEIRAMENTE NO MUNDO! Qual União Soviética, qual Cuba, qual China! A DITADURA DO PROLETARIADO É UM ESTADO TRANSITÓRIO, NÃO PERMANENTE! Ora vejamos, o Estaline deixou-se ficar num regime opressivo... O Fidel também... O Mao também... ENTÃO COMO É QUE HOUVE COMUNISMO??
Apesar de me afirmar de esquerda, não me identifico com nenhum partido em especial, mas mesmo não sendo comunista, não posso de almejar um pouco à sua utopia de uma sociedade sem classes. E, a verdade, é que nunca houve ninguém que tivesse a vontade de realmente tentar, à excepção de Lenine, que morreu antes de poder pôr toda a sua ideologia em prática.
Mas o meu blog de História não é este, por isso aqui me calo, aqui me silencio, e espero que da proxima vez esteja menos política e com mais calma.
É interessante ver como cada um reage a esta queda, tão simbólica para todo o Mundo. Porque o muro não dividia apenas Berlim, mas todo um Mundo em conflito político!
No entanto, uns mostram-se super felizes com a sua queda, outras dizem que choraram quando souberam da notícia. Quem pode julgar estes últimos? Não é bom ter o Mundo dividido, uma guerra fria, e tanta discriminação? Eu adoro!
Mas convenhemos, o muro físico já lá não está, mas a população de Berlim ainda o vê ali, bem construído. Basta ver nas imensas diferenças que há na vida do lado ocidente e do lado oriente. Reparem, ainda dividem o espaço!
Desviando-me um pouco do tópico, e mesmo não me apetecendo falar muito de política hoje, mas há que dizer algo: meus amigos, O COMUNISMO NUNCA FOI IMPLEMENTADO VERDADEIRAMENTE NO MUNDO! Qual União Soviética, qual Cuba, qual China! A DITADURA DO PROLETARIADO É UM ESTADO TRANSITÓRIO, NÃO PERMANENTE! Ora vejamos, o Estaline deixou-se ficar num regime opressivo... O Fidel também... O Mao também... ENTÃO COMO É QUE HOUVE COMUNISMO??
Apesar de me afirmar de esquerda, não me identifico com nenhum partido em especial, mas mesmo não sendo comunista, não posso de almejar um pouco à sua utopia de uma sociedade sem classes. E, a verdade, é que nunca houve ninguém que tivesse a vontade de realmente tentar, à excepção de Lenine, que morreu antes de poder pôr toda a sua ideologia em prática.
Mas o meu blog de História não é este, por isso aqui me calo, aqui me silencio, e espero que da proxima vez esteja menos política e com mais calma.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Um pequeno apontamento
terça-feira, 27 de outubro de 2009
VH1, literalmente
Hoje, a minha tarde foi passada com a televisão sintonizada no VH1, o canal de música, que na maior parte das vezes passa músicas que têm mais alguns aninhos, enquanto passa também as deste século.
Para mostrar como o panorama musical é genialmente bom (reparem no trato irónico, por favor), a mesma música/artista, no espaço de 3 horas, é passada mais do que uma vez, e não vou falar aqui em género musical, que isso então varia apenas de meia em meia hora!
Agora, pergunto-me o porquê de tamanha repetição: será mesmo a deprimência musical, ou não têm mais na base de dados? É que o que não falta é oferta - mesmo que seja tudo do mesmo!
É uma pena... a música é uma arte tão bela...
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sábado, 24 de outubro de 2009
Civilizados somos todos
Hoje decidi ir ao lançamento do novo livro do José Rodrigues dos Santos, Fúria Divina, no Colombo. Sou admiradora do jornalista/escritor/professor (A Filha do Capitão é dos meus livros predilectos), e não deixei escapar a oportunidade de o conhecer.
Foi uma experiência interessante.
A sessão começava às 17.00 horas, eu cheguei uma hora antes. Nada de mais.
Pouco tempo depois, comecei a aperceber-me de que a "entrada", ou a fila para a sessão de autógrafos posterior, iría ser algo parecido com um dia de concerto de 30 Seconds To Mars ou Tokio Hotel no Pavilhão Atlântico: fãs acérrimos do escritor, ansiosos por um vislumbre do admirado e duas palavras simpáticas, começavam a empurrar para ficar à entrada do corredor, a tentar entrar quando não deviam e por aí além. Mas não acabou aqui.
Ora, a sessão começou. Umas apresentações de convidados, do próprio escritor (que fala muito bem, devo acrescentar), e a multidão a continuar a crescer. E a crescer. E a crescer. E a crescer. E os empurrões a aumentar. A aumentar. A aumentar.
E tudo passou.
A sessão de apresentação entretanto acabou e ía começar os autógrafos. No entanto, a apresentadora teve o cuidado de avisar os leitores de que, antes da sessão de autógrafos, 15 minutos íam ser dedicados à imprensa. O que é que se sucedeu? A multidão não ouviu, ou fingiu não ouvir, ou percebeu mal, e começou a avançar para a mesa dedicada ao efeito. E a avançar. E a avançar. E a avançar.
Conclusão: a fila indiana não aconteceu, e quem estava ali à horas ficou a meio ou quase no final da fila - só a senhora que estava atrás de mim estava ali desde as 14.00 horas! Eu fiquei a meio, entre gente que parecia não acabar, como numa lata de sardinhas; aquelas horas passadas no Coliseu no dia do concerto dos 30 Seconds To Mars foram recordadas, num constante dejá vu.
Eu deixei-me ir; os empurrões e as pessoas com a mania que são espertas não me afectaram. Muito pelo contrário: senti-me muito bem comigo mesma, sabendo que tenho a paciência e que sou civilizada o suficiente para me comportar educadamente numa fila daquela envergadura. Depois de quase 45 minutos à espera, cheguei à mesa e pedi a assinatura, não sem antes deixar passar a bem disposta senhora que estava há tanto tempo à espera...
Percebi que afinal não são só os jovens com a líbido exaltada que se comportam de uma maneira muito pouco civilizada; é toda uma população que pensa que tudo tem de ser à sua maneira.
Enfim...
Entretanto, os parabéns a José Rodrigues dos Santos. O seu discurso foi bastante interessante, e a história também não lhe fica atrás. Mesmo que não interrompa a minha repetição da saga Harry Potter (deu-me uma vontade enorme de reler estes livros), vou andar com uma curiosidade enorme!
Foi uma experiência interessante.
A sessão começava às 17.00 horas, eu cheguei uma hora antes. Nada de mais.
Pouco tempo depois, comecei a aperceber-me de que a "entrada", ou a fila para a sessão de autógrafos posterior, iría ser algo parecido com um dia de concerto de 30 Seconds To Mars ou Tokio Hotel no Pavilhão Atlântico: fãs acérrimos do escritor, ansiosos por um vislumbre do admirado e duas palavras simpáticas, começavam a empurrar para ficar à entrada do corredor, a tentar entrar quando não deviam e por aí além. Mas não acabou aqui.
Ora, a sessão começou. Umas apresentações de convidados, do próprio escritor (que fala muito bem, devo acrescentar), e a multidão a continuar a crescer. E a crescer. E a crescer. E a crescer. E os empurrões a aumentar. A aumentar. A aumentar.
E tudo passou.
A sessão de apresentação entretanto acabou e ía começar os autógrafos. No entanto, a apresentadora teve o cuidado de avisar os leitores de que, antes da sessão de autógrafos, 15 minutos íam ser dedicados à imprensa. O que é que se sucedeu? A multidão não ouviu, ou fingiu não ouvir, ou percebeu mal, e começou a avançar para a mesa dedicada ao efeito. E a avançar. E a avançar. E a avançar.
Conclusão: a fila indiana não aconteceu, e quem estava ali à horas ficou a meio ou quase no final da fila - só a senhora que estava atrás de mim estava ali desde as 14.00 horas! Eu fiquei a meio, entre gente que parecia não acabar, como numa lata de sardinhas; aquelas horas passadas no Coliseu no dia do concerto dos 30 Seconds To Mars foram recordadas, num constante dejá vu.
Eu deixei-me ir; os empurrões e as pessoas com a mania que são espertas não me afectaram. Muito pelo contrário: senti-me muito bem comigo mesma, sabendo que tenho a paciência e que sou civilizada o suficiente para me comportar educadamente numa fila daquela envergadura. Depois de quase 45 minutos à espera, cheguei à mesa e pedi a assinatura, não sem antes deixar passar a bem disposta senhora que estava há tanto tempo à espera...
Percebi que afinal não são só os jovens com a líbido exaltada que se comportam de uma maneira muito pouco civilizada; é toda uma população que pensa que tudo tem de ser à sua maneira.
Enfim...
Entretanto, os parabéns a José Rodrigues dos Santos. O seu discurso foi bastante interessante, e a história também não lhe fica atrás. Mesmo que não interrompa a minha repetição da saga Harry Potter (deu-me uma vontade enorme de reler estes livros), vou andar com uma curiosidade enorme!
domingo, 18 de outubro de 2009
At last!
Sim, conseguimos! A Lista Omega conseguiu vencer as eleições para a Associação de Estudantes!
Devo dizer que foram três dias de campanha bastante interessants e cansativos, com um dia de eleições que me deixou a roer unhas até às 18 horas e 30 minutos, altura em que recebi uma mensagem a dizer «GANHÁMOS COM MAIORIA ABSOLUTA» (no meio de uma festa de aniversário, com os pais a pensarem que devia estar meio doida por me estar a rir sozinha para o telemóvel).
Mas valeu a pena, e a todos que acreditaram em nós ao ponto de nos concederem o seu voto, não se vão arrepender dessa decisão!
Devo confessar que me deu um grande gozo esta vitória, para além de querer tornar melhor a comunidade escolar. Tanta gente que deve ter ficado com uma cabeça tãaaaaao grande... - eu sei que é má esta atitude, mas não consigo resistir. Bad, bad girl...
Enfim, agora começa o verdadeiro trabalho...
Devo dizer que foram três dias de campanha bastante interessants e cansativos, com um dia de eleições que me deixou a roer unhas até às 18 horas e 30 minutos, altura em que recebi uma mensagem a dizer «GANHÁMOS COM MAIORIA ABSOLUTA» (no meio de uma festa de aniversário, com os pais a pensarem que devia estar meio doida por me estar a rir sozinha para o telemóvel).
Mas valeu a pena, e a todos que acreditaram em nós ao ponto de nos concederem o seu voto, não se vão arrepender dessa decisão!
Devo confessar que me deu um grande gozo esta vitória, para além de querer tornar melhor a comunidade escolar. Tanta gente que deve ter ficado com uma cabeça tãaaaaao grande... - eu sei que é má esta atitude, mas não consigo resistir. Bad, bad girl...
Enfim, agora começa o verdadeiro trabalho...
domingo, 11 de outubro de 2009
Não há... tempo para tudo
Eu sei. Eu sei que estou em falta. Eu sei que deixei aquelas críticas completamente descabidas para trás e dei lugar ao cinema. Eu sei tudo isso. E por muito que saiba (pedindo desculpa por isso), nada mais posso fazer.
É que estes primeiros tempos de regresso à rotina (isto demora uns 2 meses, para mais e não para menos) anda tudo muito à nora! Ando em tentativas de manter os meus estudos a par da matéria leccionada, e, louca como sou, ainda me fui meter numa das listas concorrentes à Associação de Estudantes (com campanhas aí à porta).
E se nunca concorreram a uma Associação de Estudantes, é algo que vos aconselho. Aquele mau ambiente que existe entre concorrentes imaturos... UI, uma beleza!
Devo dizer que há gente que ainda me faz rir todos os dias, quando eu pensava já que era impossível. E não se amedrontem os políticos de hoje: é que os políticos de amanhã serão o vosso orgulho; começam logo numas eleições como estas a atacar os adversários, e até a enganar os eleitores, com publicidade enganosa! Querem melhores sucessores? Eu estaría feliz...
É tudo muito bonito, quando o fazemos bonito. Mas eu este ano fiz uma revolução no meu interior, e prometi a mim mesma que manteria uma posição neutra, como a Suiça; que façam e digam o que bem entenderem, eu fico onde estou deixo-vos falar e dizer o que quiserem. Mas está a ser tão difícil - sempre fui uma pessoa com um temperamento assim para o exaltado -...
E lá aceitei passar música nos intervalos, caso a nossa bela lista ganhe (que, andam por lá a espalhar, são uns dreads, uns bassofes. Mas não se preocupem, eles - os outros - são responsáveis).
Para além de toda esta intriga que me ocupa batante tempo (vou ter tantas rugas provocadas pelo riso...), da matéria escolar e do trabalho no tempo livre com as crianças (tenho de arranjar dinheiro em algum sítio), ainda tenho de preparar uma entrevista ao Nuno Markl - sim, O Nuno Markl - de 15 minutos! Nada de mais... O entusiasmo está a dar lugar ao nervosismo, mas tudo há-de passar.
Mas prometo que vou dar mais atenção aqui ao sítio. Pelo menos, depois destas eleições estudantis.
domingo, 27 de setembro de 2009
Era uma vez a triste realidade humana
Era uma vez um planeta habitado por dois tipos de pessoas: uns que tinham tudo aquilo que necessitavam para conseguir sobreviver, como um prato de comida, e outros que pouco ou nada tinham, chegando mesmo alguns a morrer devido à falta de alimentos.
Um dia, os que estavam fortes repararam que o preço do leite que produziam com a ajuda das suas vacas começou a descer, a descer, a descer, e não gostaram de saber; tinham tanto leite e ninguém a comprava, que tinham de baixar o preço. "Ora", pensaram eles, "se o preço é tão baixo não ganhamos nada, temos de fazer com que o preço suba outra vez, porque precisamos de muitos alimentos para ter força para trabalhar".
Mas tinham um problema: o que é que íam fazer com todo aquele leite que ninguém bebia? Era preciso pô-lo em algum lugar, ou dá-lo a alguém, para que os preços pudessem subir. Como é que o faríamos?
"Fácil!", alguém pensou. "Que tal enchermos os camiões com o leite e começarmos a deitá-lo fora enquanto andamos? Assim o leite vai para a terra e os preços voltam a subir". Que optima ideia pensaram todos que era!...
E assim o fizeram: pegaram no leite e deixaram-no escorrer, algum até para certas colheitas de alimentos. O leite já era menos e os preços subiram.
Durante o tempo em que os mais fortes deitavam fora leite e estragavam outros alimentos, os mais fracos continuavam fracos, tão fracos que não conseguiam trabalhar para arranjar comida para ficarem fortes e, quem sabe, ajudar a produzir o leite.
Mas, sejamos realistas: não é bem mais fácil mandar fora uma fonte importante de nutrientes do que dar a quem precisa? Vamos trabalhar sem receber, é? Ninguém gosta de trabalhar de borla...
Um dia, os que estavam fortes repararam que o preço do leite que produziam com a ajuda das suas vacas começou a descer, a descer, a descer, e não gostaram de saber; tinham tanto leite e ninguém a comprava, que tinham de baixar o preço. "Ora", pensaram eles, "se o preço é tão baixo não ganhamos nada, temos de fazer com que o preço suba outra vez, porque precisamos de muitos alimentos para ter força para trabalhar".
Mas tinham um problema: o que é que íam fazer com todo aquele leite que ninguém bebia? Era preciso pô-lo em algum lugar, ou dá-lo a alguém, para que os preços pudessem subir. Como é que o faríamos?
"Fácil!", alguém pensou. "Que tal enchermos os camiões com o leite e começarmos a deitá-lo fora enquanto andamos? Assim o leite vai para a terra e os preços voltam a subir". Que optima ideia pensaram todos que era!...
E assim o fizeram: pegaram no leite e deixaram-no escorrer, algum até para certas colheitas de alimentos. O leite já era menos e os preços subiram.
Durante o tempo em que os mais fortes deitavam fora leite e estragavam outros alimentos, os mais fracos continuavam fracos, tão fracos que não conseguiam trabalhar para arranjar comida para ficarem fortes e, quem sabe, ajudar a produzir o leite.
Mas, sejamos realistas: não é bem mais fácil mandar fora uma fonte importante de nutrientes do que dar a quem precisa? Vamos trabalhar sem receber, é? Ninguém gosta de trabalhar de borla...
domingo, 20 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Deu Curto Circuito
Todos os dias, de segunda a sexta, com horário variado: fosse às quatro, às quatro e meia, durásse três horas ou apenas duas e meia, mas estava lá.
As caras atrás do balcão, ou mesa, também variaram. Já não me lembro de quantas pessoas ali vi, umas que marcaram mais do que outras, mas foram algumas.
Os episódios assistidos também foram alguns, mas todos eles memoráveis.
Sim, o Curto Circuito, aquele programa que passa na Sic Radical, ainda me preenche as tardes. E não, não é a mesma coisa; é diferente, mas igual.
Lembro-me de ver a minha irmã a assistir, ainda eu não tinha idade para perceber o que ali se passava. Lembro-me de começar a ver com a minha irmã, mas o interesse já era maioritariamente meu. Agora, lembro-me de ver com o meu irmão.
Não assisti ao início, mas, de certa forma, também eu cresci a assistir a míticos episódios. Não sou do tempo do Rui Unas ou Rita Mendes, mas não é preciso para sentir que passei metade da minha vida a passar as tardes em frente da televisão.
Durante muito tempo acalentei a fantasia (e ainda a tenho, admito) de ser eu em frente às câmaras, atrás do balcão, a pegar no boneco amarelo e a atender chamadas; a entrar em brincadeiras com apresentadores e até com o Xavier.
Durante este último mês, tive um glance de como era há dez anos atrás, quando apenas via a minha irmã a ver.
Na realidade, está na mesma. Apesar das novas caras - não as mesmas, novas - não consigo negar que o Curto Circuito continua a ser um programa como não há igual.
E, quem sabe, não estarei lá um dia.
Por agora, parabéns CC, e obrigada! Um bem-haja!
As caras atrás do balcão, ou mesa, também variaram. Já não me lembro de quantas pessoas ali vi, umas que marcaram mais do que outras, mas foram algumas.
Os episódios assistidos também foram alguns, mas todos eles memoráveis.
Sim, o Curto Circuito, aquele programa que passa na Sic Radical, ainda me preenche as tardes. E não, não é a mesma coisa; é diferente, mas igual.
Lembro-me de ver a minha irmã a assistir, ainda eu não tinha idade para perceber o que ali se passava. Lembro-me de começar a ver com a minha irmã, mas o interesse já era maioritariamente meu. Agora, lembro-me de ver com o meu irmão.
Não assisti ao início, mas, de certa forma, também eu cresci a assistir a míticos episódios. Não sou do tempo do Rui Unas ou Rita Mendes, mas não é preciso para sentir que passei metade da minha vida a passar as tardes em frente da televisão.
Durante muito tempo acalentei a fantasia (e ainda a tenho, admito) de ser eu em frente às câmaras, atrás do balcão, a pegar no boneco amarelo e a atender chamadas; a entrar em brincadeiras com apresentadores e até com o Xavier.
Durante este último mês, tive um glance de como era há dez anos atrás, quando apenas via a minha irmã a ver.
Na realidade, está na mesma. Apesar das novas caras - não as mesmas, novas - não consigo negar que o Curto Circuito continua a ser um programa como não há igual.
E, quem sabe, não estarei lá um dia.
Por agora, parabéns CC, e obrigada! Um bem-haja!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Campanha regresso às aulas
Que bem que soube levantar-me cedo, sabendo que ía para a escola.
Estavam lá todos: as pessoas que me acompanham nas aulas, os empregados, professores, colegas estudantes...
Soube bem sentir aquela sensação de voltar aquela instituição de ensino,onde vou aumentar os meus conhecimentos, e onde dou de caras com algumas das coisas que mais abomino.
Ai! Soube tão bem dizer a todos "Até amanhã", porque amanhã levamos livros, cadernos e canetas para começarmos bem este ano que chegou.
Nada me sabe tão bem!
Ironia em alta...
Estavam lá todos: as pessoas que me acompanham nas aulas, os empregados, professores, colegas estudantes...
Soube bem sentir aquela sensação de voltar aquela instituição de ensino,onde vou aumentar os meus conhecimentos, e onde dou de caras com algumas das coisas que mais abomino.
Ai! Soube tão bem dizer a todos "Até amanhã", porque amanhã levamos livros, cadernos e canetas para começarmos bem este ano que chegou.
Nada me sabe tão bem!
Ironia em alta...
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Condição humana
E por que queremos participar pessoalmente? Porque queremos saber o que se sente, o que se vê. A curiosidade é a essência da existência humana. O destino da nossa espécie é a exploração. Por que motivo é que os grandes exploradores deixaram as costas portuguesas e correram riscos para encontrar uma nova rota para a Índia ou para descobrir novas terras? Pela mesma razão que fomos à lua e pela mesma razão que iremos a Marte.
Eugene Cernan, comandante da Apollo XVII, último homem a pisar a Lua desde 1972
Por que haveria a curiosidade matar o gato se faz parte dele?
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