De: Tim Burton
Argumento: John Logan
Argumento musical: Stephen Sondheim
«Lady's and gentleman, may I have your attention please!»
A história de Benjamin Barker já percorreu os teatros, e, em 2007, chegou também finalmente às salas de cinema mundiais.
Fazendo jus à longa relação profissional que mantém com Johnny Depp, Burton (que, mais uma vez, presenteia-nos com um filme típico das suas "mãos"), não deve ter hesitado em escolher o aclamado actor para protagonista deste filme, e, como era de esperar, fez a escolha acertada!
Diferente do registo em que nos acustumámos a ver cada um dos actores que já nos eram conhecidos (como Depp, Helena Bonham Cartes ou Alan Rickman) e mesmo do realizador, Sweeney Todd passa-se em Londres, quando esta estranha personagem chega, depois de longos anos fora. Na cidade, espera encontrar o homem que lhe tirou tudo, 15 anos antes, acusando-o de um crime que não cometera apenas para ficar com a sua bonita mulher, Lucy, e sua filha: o juís Turpin (Rickman).
Ao chegar à sua antiga casa, deparando-se com ela vazia e com uma casa de empadas por baixo (a casa de empadas de Mrs. Lovett, interpretada por Bonham Carter), o plano para chegar até ao juíz começa a ser arquitectado com a própria Mrs Lovett, que o reconhece como sendo Barker.
E começa por voltar à sua antiga profissão: barbeiro. O modo perfeito de retormar a sua fama, sem ninguém o reconhecer, e de levar avante a sua vingança.
Um filme bem conseguido! As interpretações, essas, já nos são habituais serem boas! No entanto, é acrescentado um novo ingrediente que engrandece os actores que desempenham tais papéis: a música.
Sendo um musical, os actores desempenham duas funções enquanto personagens: como elas agem, pensam e mostram o que sentem, e como cantam. Aqui, conseguem tudo isso!
E, um pequeno aparte, cantam e encantam! Até Sasha Baron Cohen mostra uma nova faceta neste filme (papel que me deixou impressionada)
Encontramos 3 talentos que devem ser explorados, em cinema ou teatro: Jamie Campbell Bower, Jayne Wisenere e Ed Sanders (a voz do excerto do início). Uma mais valia, estas pequenas grandes vozes que me encheram o serão.
Não me posso alongar mais, mas pouco mais posso dizer. Para quem gosta do género, Sweeney Todd tem de ser visto.

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