Porque falta de tempo é chegar a casa às 20 horas, ter ainda que tomar banho e jantar, estudar para o teste de História que aí está à porta (por acaso já passou, mas pronto), fazer o trabalho de História para entregar dias depois e ainda conseguir preparar não uma, mas duas apresentações de inglês e actualizar os blogues das ditas disciplinas - talvez mais actuais que o meu verdadeiro e único blog, apesar de assinar com o mesmo nome nos três.
Passando esta fase de exposição pouco interessante, devo por a par a minha leitora das minhas vivências recentes, que não deixam de ter um quê de cómico.
Começo por uma visita à Assembleia da República, aquele bonito edifício - por acaso gostei muito da decoração -, para assistir a uma sessão do nosso não menos belo Parlamento. Ai que tarde tão bem passada.
Não estou a falar da chuva que apanhei do Rato até S.Bento, mas sim da sessão propriamente dita. Aquilo é mesmo giro. Mas vou desenvolver esta ideia num outro post. Merece.
Ando também numa de nostalgia de cada vez que saio da escola e passo por uma outra escola, que, só por acaso, foi o lugar onde conheci grandes amigos e que agora está completamente destruído, mas como esse até tem direito a fotografia, também vai ser desenvolvido mais à frente.
E se há outra coisa na qual me envolvi agora foi em passar música nos intervalos da escola, e debato-me coma inconstante insatisfação do público alvo: se passo isto, é porque não passo aquilo, se passo aquilo é porque não passo isto (vamos substituir o isto e aquilo por, sei lá, pop rasca tipo Lady Gaga e Rock como... Extreme, que me apetece agora e foram lá pedir um dia destes).
A existência de muitas estações de rádio torna-se inteligente, portanto.
Uma outra coisa muito engraçada onde agora passo o meu tempo (já referi que não tenho vida social?) é no Facebook.
Aderi recentemente à febre facebookiana, e pelos vistos não fui a única, que já andei a ensinar o meu professor de Sociologia a mexer no sítio.
Mas aquilo é giro. Posso dizer agora que, se fosse uma história de amor seria a de Ron e Hermione, do Harry Potter (mesmo a propósito), se fosse uma música seria a Even Flow dos Pearl Jam e, entre tantas outras coisas, se tivesse de casar com uma personagem interpretada pelo Johnny Depp seria o Roux, de Chocolat. Ah, e já vou no nível 18 do Farmville!
E basicamente a minha existência nestes últimos dias tem sido preenchida por aquela sensação
de querer fazer tudo e não poder fazer nada, porque tem muito que fazer.
Nem o Harry Potter, que devia ser lido, no máximo, de uma livro por semana, está a ser levado tão a sério como queria.
É que desde que fui a uma palestra com uma das tradutoras das aventuras de Harry Potter e descobri coisas que não fazia a ideia que existiam que aquela minha paixão pela saga se reacendeu.
Na verdade, a paixão já estava acesa havia algum tempo, mas a minha cromisse só agora se deu ao trabalho de reler toda a saga. E está a ser tão bom... Agora, tudo é Harry Potter. Até já completei a minha colecção de DVD's!
É verdade... sou uma croma sem nada que fazer da vida... E mesmo assim afirmo não ter tempo para nada!

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