" Bird of prey flying high, take me on your flight "

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O que se tem passado por aqui

Bem, como a minha única seguidora pode ter reparado, isto foi deixado um pouco ao abandono. Agora, vamos lá adivinhar porquê... *rufo dos tambores* exactamente, concorrente número um, a falta de tempo! 
Porque falta de tempo é chegar a casa às 20 horas, ter ainda que tomar banho e jantar, estudar para o teste de História que aí está à porta (por acaso já passou, mas pronto), fazer o trabalho de História para entregar dias depois e ainda conseguir preparar não uma, mas duas apresentações de inglês e actualizar os blogues das ditas disciplinas - talvez mais actuais que o meu verdadeiro e único blog, apesar de assinar com o mesmo nome nos três.

Passando esta fase de exposição pouco interessante, devo por a par a minha leitora das minhas vivências recentes, que não deixam de ter um quê de cómico.

Começo por uma visita à Assembleia da República, aquele bonito edifício - por acaso gostei muito da decoração -, para assistir a uma sessão do nosso não menos belo Parlamento. Ai que tarde tão bem passada.
Não estou a falar da chuva que apanhei do Rato até S.Bento, mas sim da sessão propriamente dita. Aquilo é mesmo giro. Mas vou desenvolver esta ideia num outro post. Merece.

Ando também numa de nostalgia de cada vez que saio da escola e passo por uma outra escola, que, só por acaso, foi o lugar onde conheci grandes amigos e que agora está completamente destruído, mas como esse até tem direito a fotografia, também vai ser desenvolvido mais à frente.

E se há outra coisa na qual me envolvi agora foi em passar música nos intervalos da escola, e debato-me coma inconstante insatisfação do público alvo: se passo isto, é porque não passo aquilo, se passo aquilo é porque não passo isto (vamos substituir o isto e aquilo por, sei lá, pop rasca tipo Lady Gaga e Rock como... Extreme, que me apetece agora e foram lá pedir um dia destes).
A existência de muitas estações de rádio torna-se inteligente, portanto. 

Uma outra coisa muito engraçada onde agora passo o meu tempo (já referi que não tenho vida social?) é no Facebook.
Aderi recentemente à febre facebookiana, e pelos vistos não fui a única, que já andei a ensinar o meu professor de Sociologia a mexer no sítio.
Mas aquilo é giro. Posso dizer agora que, se fosse uma história de amor seria a de Ron e Hermione, do Harry Potter (mesmo a propósito), se fosse uma música seria a Even Flow dos Pearl Jam e, entre tantas outras coisas, se tivesse de casar com uma personagem interpretada pelo Johnny Depp seria o Roux, de Chocolat. Ah, e já vou no nível 18 do Farmville!


E basicamente a minha existência nestes últimos dias tem sido preenchida por aquela sensação 
de querer fazer tudo e não poder fazer nada, porque tem muito que fazer.
Nem o Harry Potter, que devia ser lido, no máximo, de uma livro por semana, está a ser levado tão a sério como queria.
É que desde que fui a uma palestra com uma das tradutoras das aventuras de Harry Potter e descobri coisas que não fazia a ideia que existiam que aquela minha paixão pela saga se reacendeu.
Na verdade, a paixão já estava acesa havia algum tempo, mas a minha cromisse só agora se deu ao trabalho de reler toda a saga. E está a ser tão bom... Agora, tudo é Harry Potter. Até já completei a minha colecção de DVD's!


É verdade... sou uma croma sem nada que fazer da vida... E mesmo assim afirmo não ter tempo para nada!

sábado, 14 de novembro de 2009

Bon Jovi e a sua veia social

Comprei o novo album da banda norte-america Bon Jovi (sim, comprei, numa loja), e para além de umas músicas que tocam a um nível mais pessoal, houve uma que me apanhou logoquando tive oportunidade de ler a sua letra:

Dateline early sunday morning
Shots ring out without a warning
No one seems to even blink in this town
Two dead and a baby missing
Sirens screaming in the distance
A mother pleading bring my baby home now

For the pink slip of an suv
A night cut down with tragedy
His defense another generation breakdown

Yeah, Yeah

What is the distance between a bullet and a gun
God are you listning
Or have you just given up

Yeah, Yeah
Yeah, yeah

Corporate countries go to war
Behind the lies they're fighting for
And black gold from an old king's soul won his round
How can someone take a life
In the name of god and say it's right
How does money lead to greed
When there's still hungry mouths to feed

Yeah, Yeah

What is the distance between a bullet and a gun
God are you listning
Or have you just given up

We need forgiveness
We all need a lot of love....

We need some hope
We need it now
A little faith man help me out
I'll learn to pray
But it's too late now

Yeah, Yeah

What is the distance between a bullet and a gun
God are you listening
Or have you just given up

What is the distance between a bullet and a gun
We need forgivness
We all need a lot of love...
A lot of love...


É ou não é vedade?

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Vítima do assassino em série

As férias são um óptimo pretexto para por-mos em dia o nosso repertório, seja musical, literário, cinematográfico ou televisivo.
Tenho vindo a aumentar o meu nestas semanas, e apesar do cinema ter tido um maior destaque, a maior suspresa que encontrei foi uma série de televisão. Mas não é uma série de televisão qualquer.



Falo de Dexter, série que tem estado nas bocas do mundo há já alguns meses, mas que só lhe tomei o gosto há dias, ao assistir a um dos primeiros episódios (em reposição na Fox, desde a 1ª temporada).
Basicamente, Dexter é sobre... Dexter Morgan, um analista forense que é, nada mais, nada menos, do que um assassino em série. Mas não é um assassino qualquer: graças aos ensinamentos do seu pai adoptivo, Dexter controla a sua sede por sangue matando apenas criminosos que conseguiram escapar à justiça.
Porque Dexter é completamente diferente. A sua necessidade de manter uma aparência normal levaram-no a manter relações superficiais com o mundo, enquanto faz justiça sem ninguém saber.

Fiquei apaixonada por esta intrigante personagem, e agora não quero outra coisa.
São passadas na televisão séries policias de todos os géneros e feitios, mas nenhuma é protagonizada pelo criminoso, pelo assassino. Esta centra-se em Dexter e no que sente, no que o move.
É um contexto diferente no que toca a séries policias.

Por isso, se ainda não tiveram oportunidade de ver, força. De segunda a sexta, na Fox, às 23.50h.
É de sangrar por mais!   (não resisti ao trocadilho)

domingo, 24 de maio de 2009

O que há de novo

Na "rubrica" O que se ouve por estes lados insiro este pequeno aparte.
Gosto destes tipos, e não, não é só por serem meus amigos.



Há ainda outra banda, mas não há ainda video da sua performance, pelo menos que tenha conhecimento.
Quando houver, publicito, porque a música não é só feita por "profissionais", e a qualidade dos mais jovens é de salientar.