
(e volto à saga José Rodrigues dos Santos)
Não acredito já em completas mudanças. Ao passarem as estações, quantos não permanecem sentados no mesmo banco de jardim em que estavam no princípio dos tempos?
E quem sabe não vem desde o início, desde o primeiro dos homens e a primeira das mulheres, Adão e Eva, Homo Sapiens, o mais puro primata.
Nada me diz que a consciência deve mudar a sua forma para a que todos devem ter; talvez seja livre a sua mudança.
Mas não mudam as consciências. E, se mudam, pouco evoluem. Escondem pequenas partes que não acham aceitáveis, a mutação torna-se aparente.
Como tudo o que mostram: aparente.
Vivemos de aparências.

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