" Bird of prey flying high, take me on your flight "

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

"A Vida num Sopro" - II

Vontade: «dar ou não consentimento aos juízos formulados» - podemos querer uma coisa, e optar por outra.

A liberdade.
Dotados de tal coisa, será tomada como garantida?
O termos vontade leva-nos a ter liberdade, quer ela exista na nossa mente somente, ou como direito socialmente estabelecido.
Neste mundo, somos os únicos seres que se podem gabar de poder optar.

O erro mostra uma vontade mal escolhida? A precipitação da vontade, segundo Descartes. A impulsionalidade.
O meu impulso de mostrar a minha vontade de perguntar o que, supostamente, não devo, como erro que me pode mudar a vida.
A evidência diminui o erro.
Não. O impulso não pode... não deve, ser erro. O impulso é a coragem de fazer algo, que de outra maneira não seria feito.
Vontade, essa, talvez nem sempre deva ser seguida. E, por outro lado, como seres pensantes, sabemos os riscos que advêm de tais acções, tomadas de acordo com a nossa vontade.
O erro, o verdadeiro erro, talvez seja não pensar duas vezes na minha vontade, em vez de a excluir de imediato.
A luta pela liberdade será a minha vontade, o meu impulso demonstrá-la, e por ela lutar. Será um erro? Erro eu por lutar pelo meu direito, sabendo o que daí pode vir?

Será de quem o erro: meu, ou de quem me impede?

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