do rio que corria encosta
abaixo.
Corria.
Corria.
Dormia.
Dormia.
Nova viagem, nova aventura.
Novo destino a enfrentar
num novo mundo.
E ainda corria,
corria.
E ainda dormia.
Pairava apenas nas profundezas
da música que ressuscitava.
Fénix renascida das notas
com voz flutuante,
flutuante.
Flutua entre mundos
distantes e próximos.
E não pára.
Continua.
Continua.
Voa.

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