" Bird of prey flying high, take me on your flight "

sábado, 11 de julho de 2009

Optimus Alive! - rescaldo



Ontém, dia 10, foi o segundo dia da edição de 2009 do festival Optimus Alive!, em Oeiras.

À última da hora lá tive permissão para ir, e fui ver ao vivo bandas como The Kooks, Eagles of Death Metal, Placebo ou Prodigy (novas descobertas, as duas últimas) e The Ting Tings - na imagem (únicas que consegui tirar)

Escusado será dizer que achei fenomenal! Não apenas pelos concertos - que enlouqueceram qualquer um - , mas por todo o recinto, bom ambiente e puro convívio.
Os festivais de verão são locais de pura loucura; a música e a bebida (ou outras substâncias) andam de mãos dadas, e são mais do que local para ver várias bandas de uma só vez.
É o culminar de um ano passado, a ida a um festival, e por isso este soube tão bem.

O anteriormente Oeiras Alive!, hoje com o Optimus a substituir o nome da localidade, tem crescido de ano para ano.
Até agora, para além do recinto apresentado e a sua (privilegiada) localização, tem trazido a Portugal grandes nomes do panorama musical, como Pearl Jam, Smashing Pumpkins, Rage Against The Machine, Bob Dylan, Placebo e Prodigy, mantendo os cartazes dos 3 anos em níveis muito elevados.
Apesar de um início talvez mais destinado ao denominado "pessoal do indie", o que acontece é que o Alive! é procurado por uma grande variedade de tribos e pessoas, se me permitem abusar dos esteriótipos - devido, sobretudo, a um cartaz que abrange todos os estilos, como podemos comprovar pelo cartaz deste ano.
O Optimus Alive! tem vindo a impôr-se no calendário festivaleiro nacional (chegando mesmo a fazer grande pressão sobre um dos festivais mais bem sucedidos, o Super Bock Super Rock) e internacionais , com a presença de muitos espectadores estrangeiros, e a publicidade por essa Europa fora.
Este ano, o meu primeiro neste festival, veio confirmar isso mesmo: o Optimus Alive! não é apenas mais um festival, é um dos grandes festivais portugueses!
Sem deixar de mencionar que há mais do que música: há arte (este ano com a exposição do trabalho de Rita Carmo/Espanta Espíritos) e cultura, conhecimento, dando a conhecer algumas áreas científicas.
De louvar também igualmente a preocupação ambiental, com a existência de ecopontos por todo o recinto e a própria divulgação destas preocupações, entre outras.
É um começo.

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