O casamento homossexual foi hoje aprovado pela Assembleia da República.
Pelo menos tiveram decência de não fazer um referendo... Não há qualquer necessidade.
É aprovar e está feito!
" Bird of prey flying high, take me on your flight "
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
Meus amigos...
domingo, 13 de dezembro de 2009
O Espírito Natalício ataca!
Sim, ataca, forte e feio!
Por todo o lado, já vemos luzes e decorações que não passam despercebidas, verdes, vermelhos e dourados espalham-se pelas ruas e os centros comerciais começam a encher. Nada que não seja normal nesta altura do ano.
No Sábado à noite passeie-me pela Vila Natal, de Óbidos (adoro aquela terra!); nenhum lugar demonstra mais Espírito Natalício do que aquele!
De vez em quando lá nevava, espuma que saía de umas máquinas postas nos candeeiros; neve artificial por todos os cantos da cerca do castelo, decorações, casas do Pai Natal e sua mulher, brincadeiras para as crianças, sem esquecer as pistas de gelo e mini-pistas de trenós e esqui.
É giro. Os miúdos gostam de ver os bonecos de neve e de pedir as prendas ao Pai Natal que está lá, no quentinho, sentado, e de ver a neve que lhes cai em cima.
É giro ver aquelas luzes todas, os figurantes, e toda a alegria das crianças e adultos que se sentem crianças.
Não nego que adoro esta atmosfera, de ir ouvir as músicas de Natal em todo o lado, do chocolate quente quando está frio; é bom.
E naquele dia 24, sabe bem estar em casa com toda aquela gente a rodear-me.
Sabe bem ver a árvore de Natal iluminada (com luzes apagadas quando ninguém está em casa, de dia e quando dormimos, claro), as decorações e tudo o que implica.
E se querem pôr um estandarte com o menino Jesus à janela, estejam à vontade; também concordo que o Natal passou a ser época de consumismo, e não devia. Mas vamos ver uma coisa: cada um é livre de ver o Natal como bem entende; se alguém que não é cristão quer celebrar o Natal como dia de estar com a família, qual é o problema? Não esquecer que vivemos num país em que não temos de viver sobre as ideologias religiosas; não somos obrigados a celebrar o Natal cristão!
(e agora algo que não tem nada a ver: parece que o Berlusconi foi atacado por um cidadão insatisfeito. Bem, não sou adepta da violência, mas quando o povo se expressa, algum motivo tem...)
(e agora algo que não tem nada a ver: parece que o Berlusconi foi atacado por um cidadão insatisfeito. Bem, não sou adepta da violência, mas quando o povo se expressa, algum motivo tem...)
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
NÃAO, TRISTE VERDADE!
Acabei de descobrir uma verdade que julgava conhecer há algum tempo, mas nunca tivera a coragem de verificar: uma das minhas séries preferidas, daquelas que comecei a ver e não queia outra coisa, que me levou a colocar uma imagem no meu blog, foi cancelada; The Riches FOI CANCELADO!
Já esperava. Quando comecei a perceber que a terceira temporada nunca mais aparecia na televisão e locais da Internet (não tenho culpa que tenhamos de esperar meses e meses para saber o que aconteceu), algo me dizia que alguma coisa não estava bem. Mas deixei a esperança acesa. E agora, quando me deu a coragem, aconteceu: foi oficialmente cancelado.
O pior nisto tudo não é o facto de uma das minhas series de eleição ter sido cancelada (o que, sim, é mau!); o que realmente importa é que têm esta mania de cancelar as series realmente boas! Só faltava agora cancelarem o Dexter (por favor, não!)!
Esta mania é realmente irritante. Bolas, gostava mesmo daquilo!
Já esperava. Quando comecei a perceber que a terceira temporada nunca mais aparecia na televisão e locais da Internet (não tenho culpa que tenhamos de esperar meses e meses para saber o que aconteceu), algo me dizia que alguma coisa não estava bem. Mas deixei a esperança acesa. E agora, quando me deu a coragem, aconteceu: foi oficialmente cancelado.
O pior nisto tudo não é o facto de uma das minhas series de eleição ter sido cancelada (o que, sim, é mau!); o que realmente importa é que têm esta mania de cancelar as series realmente boas! Só faltava agora cancelarem o Dexter (por favor, não!)!
Esta mania é realmente irritante. Bolas, gostava mesmo daquilo!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Quando crescer quero ser deputada!
Pois é, descobri a minha verdadeira vocação: ser deputada! Pode ser de um qualquer partido, até dos Verdes (espera, esse se calhar é melhor não, que só há dois deputados e seria obrigada a falar), desde que pudesse ir para o Parlamento.
Aquilo é muito mais giro do que o que eu pensava. Para já, é muito moderno: num espaço tão pequeno - não, não é tão grande como parece na televisão - há, não um, mas dois painés electrónicos que servem apenas para contar o tempo que cada partido fala. E o que dizer dos computadores que saem da mesa, e dos teclados com rato touch? Assim se sabe que os nossos deputados, com o dinheiro dos nossos impostos, têm tudo o que é de bom.
Atenção que sou completamente a favor da modernização da Assembleia da República, mas era preciso algo tão elaborado?
Mas não deixa de ser um edifício bonito...
Bonito também é o trabalho do deputado. Uma sessão de Parlamento em Portugal é algo como isto: deputado fala, expõe as suas ideias acerca do assunto do dia (naquele dia era debate extraordinário sobre o orçamento de Estado), e todos os outros brincam com os seus brinquedos favoritos. O deputado acaba, a palavra é dada ao próximo deputado, o orador anterior começa a brincar e ó seguinte deixa os brinquedos um bocado e fala, só porque sim. E o que são os brinquedos, perguntam? Bem, os brinquedos são os telemóveis, os computadores (o Facebook é tão conhecido que, ali ao pé de nós, estavam três a visitar os comentários!), ou mesmo andar de um lado para o outro a combinar, provavelmente, em almoço para pôr a conversa em dia.
Nada de mais, não é verdade? Tudo isto podia ser completamente compreensível, dado o número de horas que uma sessão pode demorar. No entanto, o que realmente acontece é que, cada uma daquelas pessoas que estavam a brincar, ou pura e simplesmente estavam a pensar na morte da bezerra, estão-se completamente a lixar para o que os outros estão para ali a dizer, falando rápido e no bom português!
Que desrespeito para com a nossa boa Nação e povo! É bom saber que elegemos aquela gente para legislar o nosso país, em plena troca de ideias, e essa mesma gente não quer saber do nosso voto e vontade e apenas não ouve, mostrando completo desinteresse no que se passa por esta bandas. A sua preocupação é desmanchar a credibilidade dos outros, é dizer mal apenas porque sim - sim, porque a partir do momento em que não ouvem o que os outros têm para dizer e mesmo assim criticam, é porque são mesmo mesquinhos!
Já era de esperar, dizem alguns.
Pois eu esperava um pouco mais de respeito e seriedade. É que não estamos ali a brincar; trata-se das leis do nosso país, de implicações nas nossas vidas e vivências!
Era educativo uma visita a esta instituição, não só para ver como funciona o nosso regime, mas também para nos apercebermos do trabalho árduo dos nossos políticos. Devia ser obrigatório, digo eu.
Deve ser cansativo, passar uma manhã a falar e preparar um discurso para ler à tarde e ir embora, ou pura e simplesmente ficar ali a descontrair.
Depois admiram-se que a população perde confiança na Democracia...
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sábado, 21 de novembro de 2009
Conspiração?
Nãaao, alguma vez os grandes senhores deste mundo seriam capazes de tal coisa??
Isso é tudo mito! É como o aquecimento global!
Atentar às palavras desta senhora, agora ironia free; atentar bem e abrir os olhos para todas as mentiras que nos são ditas todos os dias...
terça-feira, 17 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
" Die Welle " (2008)
De: Dennis Gansel
Argumento: Dennis Gansel
O professor Rainer Wenger (Jürgen Vogel) é o professor que todos os alunos gostavam de ter. Certo de que, na semana de projectos, lhe seria entregue a turma onde seria leccionada a anarquia, vê os seus planos mudarem quando a directora decide dar-lhe a turma da autocracia, tomando desde o início uma nova atitude: através de uma experiência, tenta demonstrar ao seus alunos se uma ditadura seria, ou não, possível, na Alemanha uma vez mais.
Baseado numa experiência realizada na California, Estados Unidos da América, Die Welle, um sucesso de bilheteiras na Alemanha, mostra uma realidade que pensamos bem diferente.
O tema, já por si, chama-me de imediato.
Não tinha conhecimento deste filme, até ao momento em que o meu colega de projecto de inglês (cujo tema se assemelha muito ao tema do filme) mo divulgou e, numa de pesquisar para esse mesmo projecto, decidi ver. E foi uma das minhas melhores decisões em termos cinematográficos!
Para já, toda a interpretação é excelente! Desde à figura do professor Wenger - interpretado por Vogel - aos alunos que se vêm a seguir um regime fascista sem se aperceberem dão um realismo ao filme que deve ser sempre testemunhado; uma atenção especial para Frederick Lau, que interpreta Tim, um jovem que fica demasiado apegado ao movimento.
Para lém da interpretação, todo o conjunto do filme mostra esta tal realidade que não julgamos possível, fazendo do filme um quase documentário, mas que não chega a ser tão descritivo.
Conseguimos perceber a maneira como os alemães lidam com o fascismo, e aprendemos uma valiosa lição.
Na verdade, não sei o que dizer sobre este magnífico espécime da espécie dos filmes, mas penso que tem de ser divulgado por toda a blogosfera. Como sei que estes devaneios não devem chegar muito longe, ao menos divulgo à meia dúzia de pessoas que ainda aqui vem.
Adorei, com todo o meu ser. E aconselho vivamente!
O Tuga é que sabe!
Passei a adorar ir a jogos da selecção. A sério! É de um primor assistir a tanto patriotismo...
Eu sei, eu sei, já vim para aqui debitar esta realidade bem portuguesa de que "o país é a equipa de futebol" muitas vezes, mas só ontém me dei conta da verdadeira dimensão da coisa.
Fui assistir ao jogo da nossa selecção com a Bósnia para o apuramento do Mundial 2010. Foi bonito, tirando a parte em que o jogo em si foi uma autêntica tristeza, mas isso é material para outro post!
O que me surpreendeu realmente foi todo aquele patriotismo e amor pelo país, porque o nosso país é o maior... a jogar futebol (e, mesmo assim, nem isso anda a fazer muito bem)!
As bandeiras (que devem ser apenas utilzadas para esse feito) saíram dos armários e esvoaçavam por todos os cantos do Estádio da Luz, juntamente com cachecóis e camisolas. Eu própria tenho um cachecol que levei com todo o gosto, exactamente para não ter que achincalhar um símbolo nacional, como é a bela Bandeira Portuguesa!
E sim, ouvir o nosso hino num estádio com cerca de 60 mil pessoas é deveras arrepiante; ao menos o hino não é abanado de cada vez que se marca um golo, ou quando o animador pede pelo microfone!
O mais giro é ver o português que, com a sua cerveja numa mão, bifana na outra (muito boa, devo acrescentar), apoia a selecção de uma maneira que até dá gosto! Quando o jogo acaba, e já no conforto do lar, esse mesmo português, a ver o telejornal, talvez com cerveja igualmente na mão, diz mal da Nação até mais não!
A beleza de um jogo da selecção é que é a única coisa que nos torna numa Nação; em todas as outras ocasiões seremos sempre cidadãos no mesmo país e parte da mesma cultura...
Eu sei, eu sei, já vim para aqui debitar esta realidade bem portuguesa de que "o país é a equipa de futebol" muitas vezes, mas só ontém me dei conta da verdadeira dimensão da coisa.
Fui assistir ao jogo da nossa selecção com a Bósnia para o apuramento do Mundial 2010. Foi bonito, tirando a parte em que o jogo em si foi uma autêntica tristeza, mas isso é material para outro post!
O que me surpreendeu realmente foi todo aquele patriotismo e amor pelo país, porque o nosso país é o maior... a jogar futebol (e, mesmo assim, nem isso anda a fazer muito bem)!
As bandeiras (que devem ser apenas utilzadas para esse feito) saíram dos armários e esvoaçavam por todos os cantos do Estádio da Luz, juntamente com cachecóis e camisolas. Eu própria tenho um cachecol que levei com todo o gosto, exactamente para não ter que achincalhar um símbolo nacional, como é a bela Bandeira Portuguesa!
E sim, ouvir o nosso hino num estádio com cerca de 60 mil pessoas é deveras arrepiante; ao menos o hino não é abanado de cada vez que se marca um golo, ou quando o animador pede pelo microfone!
O mais giro é ver o português que, com a sua cerveja numa mão, bifana na outra (muito boa, devo acrescentar), apoia a selecção de uma maneira que até dá gosto! Quando o jogo acaba, e já no conforto do lar, esse mesmo português, a ver o telejornal, talvez com cerveja igualmente na mão, diz mal da Nação até mais não!
A beleza de um jogo da selecção é que é a única coisa que nos torna numa Nação; em todas as outras ocasiões seremos sempre cidadãos no mesmo país e parte da mesma cultura...
sábado, 24 de outubro de 2009
Civilizados somos todos
Hoje decidi ir ao lançamento do novo livro do José Rodrigues dos Santos, Fúria Divina, no Colombo. Sou admiradora do jornalista/escritor/professor (A Filha do Capitão é dos meus livros predilectos), e não deixei escapar a oportunidade de o conhecer.
Foi uma experiência interessante.
A sessão começava às 17.00 horas, eu cheguei uma hora antes. Nada de mais.
Pouco tempo depois, comecei a aperceber-me de que a "entrada", ou a fila para a sessão de autógrafos posterior, iría ser algo parecido com um dia de concerto de 30 Seconds To Mars ou Tokio Hotel no Pavilhão Atlântico: fãs acérrimos do escritor, ansiosos por um vislumbre do admirado e duas palavras simpáticas, começavam a empurrar para ficar à entrada do corredor, a tentar entrar quando não deviam e por aí além. Mas não acabou aqui.
Ora, a sessão começou. Umas apresentações de convidados, do próprio escritor (que fala muito bem, devo acrescentar), e a multidão a continuar a crescer. E a crescer. E a crescer. E a crescer. E os empurrões a aumentar. A aumentar. A aumentar.
E tudo passou.
A sessão de apresentação entretanto acabou e ía começar os autógrafos. No entanto, a apresentadora teve o cuidado de avisar os leitores de que, antes da sessão de autógrafos, 15 minutos íam ser dedicados à imprensa. O que é que se sucedeu? A multidão não ouviu, ou fingiu não ouvir, ou percebeu mal, e começou a avançar para a mesa dedicada ao efeito. E a avançar. E a avançar. E a avançar.
Conclusão: a fila indiana não aconteceu, e quem estava ali à horas ficou a meio ou quase no final da fila - só a senhora que estava atrás de mim estava ali desde as 14.00 horas! Eu fiquei a meio, entre gente que parecia não acabar, como numa lata de sardinhas; aquelas horas passadas no Coliseu no dia do concerto dos 30 Seconds To Mars foram recordadas, num constante dejá vu.
Eu deixei-me ir; os empurrões e as pessoas com a mania que são espertas não me afectaram. Muito pelo contrário: senti-me muito bem comigo mesma, sabendo que tenho a paciência e que sou civilizada o suficiente para me comportar educadamente numa fila daquela envergadura. Depois de quase 45 minutos à espera, cheguei à mesa e pedi a assinatura, não sem antes deixar passar a bem disposta senhora que estava há tanto tempo à espera...
Percebi que afinal não são só os jovens com a líbido exaltada que se comportam de uma maneira muito pouco civilizada; é toda uma população que pensa que tudo tem de ser à sua maneira.
Enfim...
Entretanto, os parabéns a José Rodrigues dos Santos. O seu discurso foi bastante interessante, e a história também não lhe fica atrás. Mesmo que não interrompa a minha repetição da saga Harry Potter (deu-me uma vontade enorme de reler estes livros), vou andar com uma curiosidade enorme!
Foi uma experiência interessante.
A sessão começava às 17.00 horas, eu cheguei uma hora antes. Nada de mais.
Pouco tempo depois, comecei a aperceber-me de que a "entrada", ou a fila para a sessão de autógrafos posterior, iría ser algo parecido com um dia de concerto de 30 Seconds To Mars ou Tokio Hotel no Pavilhão Atlântico: fãs acérrimos do escritor, ansiosos por um vislumbre do admirado e duas palavras simpáticas, começavam a empurrar para ficar à entrada do corredor, a tentar entrar quando não deviam e por aí além. Mas não acabou aqui.
Ora, a sessão começou. Umas apresentações de convidados, do próprio escritor (que fala muito bem, devo acrescentar), e a multidão a continuar a crescer. E a crescer. E a crescer. E a crescer. E os empurrões a aumentar. A aumentar. A aumentar.
E tudo passou.
A sessão de apresentação entretanto acabou e ía começar os autógrafos. No entanto, a apresentadora teve o cuidado de avisar os leitores de que, antes da sessão de autógrafos, 15 minutos íam ser dedicados à imprensa. O que é que se sucedeu? A multidão não ouviu, ou fingiu não ouvir, ou percebeu mal, e começou a avançar para a mesa dedicada ao efeito. E a avançar. E a avançar. E a avançar.
Conclusão: a fila indiana não aconteceu, e quem estava ali à horas ficou a meio ou quase no final da fila - só a senhora que estava atrás de mim estava ali desde as 14.00 horas! Eu fiquei a meio, entre gente que parecia não acabar, como numa lata de sardinhas; aquelas horas passadas no Coliseu no dia do concerto dos 30 Seconds To Mars foram recordadas, num constante dejá vu.
Eu deixei-me ir; os empurrões e as pessoas com a mania que são espertas não me afectaram. Muito pelo contrário: senti-me muito bem comigo mesma, sabendo que tenho a paciência e que sou civilizada o suficiente para me comportar educadamente numa fila daquela envergadura. Depois de quase 45 minutos à espera, cheguei à mesa e pedi a assinatura, não sem antes deixar passar a bem disposta senhora que estava há tanto tempo à espera...
Percebi que afinal não são só os jovens com a líbido exaltada que se comportam de uma maneira muito pouco civilizada; é toda uma população que pensa que tudo tem de ser à sua maneira.
Enfim...
Entretanto, os parabéns a José Rodrigues dos Santos. O seu discurso foi bastante interessante, e a história também não lhe fica atrás. Mesmo que não interrompa a minha repetição da saga Harry Potter (deu-me uma vontade enorme de reler estes livros), vou andar com uma curiosidade enorme!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
350
Deparei-me com este video, e de uma maneira tão simples, diz tudo.
Mas eu sou só uma pseudo-ecologista, porque o aquecimento global é um mito.
domingo, 11 de outubro de 2009
Os Nobels já não são o que eram
Ouvi dizer por aí, neste meio tão abrangente que é a Internet, que Barack Obama ganhou o Prémio Nobel da Paz.
Bem, quando Obama ganhou as eleições presidenciais nos Estados Unidos da América, eu fiquei até contente (qualquer coisa seria melhor que Bush, mas entre as escolhas, viesse o Barack!)! Algures neste tasco podemos encontrar, mesmo, o discurso de Obama, felicitando o mesmo pela vitória.
Mas tudo o que é demais, enjoa, como diz o povo. E pouco tempo depois, a onda Barack Obama estava já a ser mais do que tudo o que o senhor merecia.
Acontece que tomei conhecimento de certos aspectos da política obamiana que desconhecia, aspectos esses que me revoltaram profundamente. (gostava de me explicar melhor, mas o meu tempo não é tanto quanto eu queria, por isso prometo uma maior clareza para breve).
E veêm dizer que o senhor é o Salvador, não da Pátria, mas do mundo!
Dessem o Nobel ao Bono outra vez, estava melhor dado.
É só uma maneira de responder à globalizada imagem de bom samaritano de Obama. Uma resposta à marca, nada mais.
O júri já foi mais sábio...
domingo, 27 de setembro de 2009
Era uma vez a triste realidade humana
Era uma vez um planeta habitado por dois tipos de pessoas: uns que tinham tudo aquilo que necessitavam para conseguir sobreviver, como um prato de comida, e outros que pouco ou nada tinham, chegando mesmo alguns a morrer devido à falta de alimentos.
Um dia, os que estavam fortes repararam que o preço do leite que produziam com a ajuda das suas vacas começou a descer, a descer, a descer, e não gostaram de saber; tinham tanto leite e ninguém a comprava, que tinham de baixar o preço. "Ora", pensaram eles, "se o preço é tão baixo não ganhamos nada, temos de fazer com que o preço suba outra vez, porque precisamos de muitos alimentos para ter força para trabalhar".
Mas tinham um problema: o que é que íam fazer com todo aquele leite que ninguém bebia? Era preciso pô-lo em algum lugar, ou dá-lo a alguém, para que os preços pudessem subir. Como é que o faríamos?
"Fácil!", alguém pensou. "Que tal enchermos os camiões com o leite e começarmos a deitá-lo fora enquanto andamos? Assim o leite vai para a terra e os preços voltam a subir". Que optima ideia pensaram todos que era!...
E assim o fizeram: pegaram no leite e deixaram-no escorrer, algum até para certas colheitas de alimentos. O leite já era menos e os preços subiram.
Durante o tempo em que os mais fortes deitavam fora leite e estragavam outros alimentos, os mais fracos continuavam fracos, tão fracos que não conseguiam trabalhar para arranjar comida para ficarem fortes e, quem sabe, ajudar a produzir o leite.
Mas, sejamos realistas: não é bem mais fácil mandar fora uma fonte importante de nutrientes do que dar a quem precisa? Vamos trabalhar sem receber, é? Ninguém gosta de trabalhar de borla...
Um dia, os que estavam fortes repararam que o preço do leite que produziam com a ajuda das suas vacas começou a descer, a descer, a descer, e não gostaram de saber; tinham tanto leite e ninguém a comprava, que tinham de baixar o preço. "Ora", pensaram eles, "se o preço é tão baixo não ganhamos nada, temos de fazer com que o preço suba outra vez, porque precisamos de muitos alimentos para ter força para trabalhar".
Mas tinham um problema: o que é que íam fazer com todo aquele leite que ninguém bebia? Era preciso pô-lo em algum lugar, ou dá-lo a alguém, para que os preços pudessem subir. Como é que o faríamos?
"Fácil!", alguém pensou. "Que tal enchermos os camiões com o leite e começarmos a deitá-lo fora enquanto andamos? Assim o leite vai para a terra e os preços voltam a subir". Que optima ideia pensaram todos que era!...
E assim o fizeram: pegaram no leite e deixaram-no escorrer, algum até para certas colheitas de alimentos. O leite já era menos e os preços subiram.
Durante o tempo em que os mais fortes deitavam fora leite e estragavam outros alimentos, os mais fracos continuavam fracos, tão fracos que não conseguiam trabalhar para arranjar comida para ficarem fortes e, quem sabe, ajudar a produzir o leite.
Mas, sejamos realistas: não é bem mais fácil mandar fora uma fonte importante de nutrientes do que dar a quem precisa? Vamos trabalhar sem receber, é? Ninguém gosta de trabalhar de borla...
sábado, 19 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Deu Curto Circuito
Todos os dias, de segunda a sexta, com horário variado: fosse às quatro, às quatro e meia, durásse três horas ou apenas duas e meia, mas estava lá.
As caras atrás do balcão, ou mesa, também variaram. Já não me lembro de quantas pessoas ali vi, umas que marcaram mais do que outras, mas foram algumas.
Os episódios assistidos também foram alguns, mas todos eles memoráveis.
Sim, o Curto Circuito, aquele programa que passa na Sic Radical, ainda me preenche as tardes. E não, não é a mesma coisa; é diferente, mas igual.
Lembro-me de ver a minha irmã a assistir, ainda eu não tinha idade para perceber o que ali se passava. Lembro-me de começar a ver com a minha irmã, mas o interesse já era maioritariamente meu. Agora, lembro-me de ver com o meu irmão.
Não assisti ao início, mas, de certa forma, também eu cresci a assistir a míticos episódios. Não sou do tempo do Rui Unas ou Rita Mendes, mas não é preciso para sentir que passei metade da minha vida a passar as tardes em frente da televisão.
Durante muito tempo acalentei a fantasia (e ainda a tenho, admito) de ser eu em frente às câmaras, atrás do balcão, a pegar no boneco amarelo e a atender chamadas; a entrar em brincadeiras com apresentadores e até com o Xavier.
Durante este último mês, tive um glance de como era há dez anos atrás, quando apenas via a minha irmã a ver.
Na realidade, está na mesma. Apesar das novas caras - não as mesmas, novas - não consigo negar que o Curto Circuito continua a ser um programa como não há igual.
E, quem sabe, não estarei lá um dia.
Por agora, parabéns CC, e obrigada! Um bem-haja!
As caras atrás do balcão, ou mesa, também variaram. Já não me lembro de quantas pessoas ali vi, umas que marcaram mais do que outras, mas foram algumas.
Os episódios assistidos também foram alguns, mas todos eles memoráveis.
Sim, o Curto Circuito, aquele programa que passa na Sic Radical, ainda me preenche as tardes. E não, não é a mesma coisa; é diferente, mas igual.
Lembro-me de ver a minha irmã a assistir, ainda eu não tinha idade para perceber o que ali se passava. Lembro-me de começar a ver com a minha irmã, mas o interesse já era maioritariamente meu. Agora, lembro-me de ver com o meu irmão.
Não assisti ao início, mas, de certa forma, também eu cresci a assistir a míticos episódios. Não sou do tempo do Rui Unas ou Rita Mendes, mas não é preciso para sentir que passei metade da minha vida a passar as tardes em frente da televisão.
Durante muito tempo acalentei a fantasia (e ainda a tenho, admito) de ser eu em frente às câmaras, atrás do balcão, a pegar no boneco amarelo e a atender chamadas; a entrar em brincadeiras com apresentadores e até com o Xavier.
Durante este último mês, tive um glance de como era há dez anos atrás, quando apenas via a minha irmã a ver.
Na realidade, está na mesma. Apesar das novas caras - não as mesmas, novas - não consigo negar que o Curto Circuito continua a ser um programa como não há igual.
E, quem sabe, não estarei lá um dia.
Por agora, parabéns CC, e obrigada! Um bem-haja!
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
" The Age of Stupid "
Portugal incluído na estreia mundial.
Já está marcado na agenda.
Mais informações: The Age of Stupid website
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Vítima do assassino em série
As férias são um óptimo pretexto para por-mos em dia o nosso repertório, seja musical, literário, cinematográfico ou televisivo.
Tenho vindo a aumentar o meu nestas semanas, e apesar do cinema ter tido um maior destaque, a maior suspresa que encontrei foi uma série de televisão. Mas não é uma série de televisão qualquer.

Falo de Dexter, série que tem estado nas bocas do mundo há já alguns meses, mas que só lhe tomei o gosto há dias, ao assistir a um dos primeiros episódios (em reposição na Fox, desde a 1ª temporada).
Basicamente, Dexter é sobre... Dexter Morgan, um analista forense que é, nada mais, nada menos, do que um assassino em série. Mas não é um assassino qualquer: graças aos ensinamentos do seu pai adoptivo, Dexter controla a sua sede por sangue matando apenas criminosos que conseguiram escapar à justiça.
Porque Dexter é completamente diferente. A sua necessidade de manter uma aparência normal levaram-no a manter relações superficiais com o mundo, enquanto faz justiça sem ninguém saber.
Fiquei apaixonada por esta intrigante personagem, e agora não quero outra coisa.
São passadas na televisão séries policias de todos os géneros e feitios, mas nenhuma é protagonizada pelo criminoso, pelo assassino. Esta centra-se em Dexter e no que sente, no que o move.
É um contexto diferente no que toca a séries policias.
Por isso, se ainda não tiveram oportunidade de ver, força. De segunda a sexta, na Fox, às 23.50h.
É de sangrar por mais! (não resisti ao trocadilho)
Tenho vindo a aumentar o meu nestas semanas, e apesar do cinema ter tido um maior destaque, a maior suspresa que encontrei foi uma série de televisão. Mas não é uma série de televisão qualquer.
Falo de Dexter, série que tem estado nas bocas do mundo há já alguns meses, mas que só lhe tomei o gosto há dias, ao assistir a um dos primeiros episódios (em reposição na Fox, desde a 1ª temporada).
Basicamente, Dexter é sobre... Dexter Morgan, um analista forense que é, nada mais, nada menos, do que um assassino em série. Mas não é um assassino qualquer: graças aos ensinamentos do seu pai adoptivo, Dexter controla a sua sede por sangue matando apenas criminosos que conseguiram escapar à justiça.
Porque Dexter é completamente diferente. A sua necessidade de manter uma aparência normal levaram-no a manter relações superficiais com o mundo, enquanto faz justiça sem ninguém saber.
Fiquei apaixonada por esta intrigante personagem, e agora não quero outra coisa.
São passadas na televisão séries policias de todos os géneros e feitios, mas nenhuma é protagonizada pelo criminoso, pelo assassino. Esta centra-se em Dexter e no que sente, no que o move.
É um contexto diferente no que toca a séries policias.
Por isso, se ainda não tiveram oportunidade de ver, força. De segunda a sexta, na Fox, às 23.50h.
É de sangrar por mais! (não resisti ao trocadilho)
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Hoje, 27 de Agosto
Hoje é dia de alegria.
Estreia isto:
E já se pode ouvir isto:
We Werent Born To Follow - Bon Jovi
Sim, é um bom dia.
Estreia isto:
E já se pode ouvir isto:
We Werent Born To Follow - Bon Jovi
Sim, é um bom dia.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Lembranças
E há 25 anos, dizem que Portugal ganhou a primeira medalha de ouro olímpica.
Carlos Lopes sagrou-se campeão em Los Angeles e fez soar o nosso hino para todo o mundo ouvir.
Há datas que devem ser recordadas, porque a História não se repete, e momento como aquele nunca mais haverá, pois primeira vez há só uma.
Heróis nacionais devem ser lembrados.
E por isso, um à parte, que um herói pode ser herói apenas porque fez rir quem precisasse de rir.
E ser actor, muito principalmente comediante, com poder para dizer mais do que a maioria, com voz que chega a todos e talento que faz sorrir qualquer um, não é fácil.

Por isso se deve celebrar Raul Solnado, que pôs o país a rir em época em que nada havia para fazer rir,e mudou o panorama cómico.
Porque fazer rir não é apenas dizer piadas. Há piadas com mais para pensar do que aquilo que se pensa.
Basta até apenas uma simples sátira à guerra, ou, quem sabe, um simples trovador.
Se não foi o primeiro, foi inspiração para muitos. O resto é conversa.
Façam o favor de ser felizes
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