" Bird of prey flying high, take me on your flight "

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

O REI FAZ ANOS!



Hoje, Elvis Presley faria (ou faz) 75 anos. E provavelmente ainda andaria por aí a mexer a anca!
Gosto de acreditar que ainda faz anos. Nem que seja na sua música.


Quem resiste a isto?

domingo, 20 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Não podia deixar de colocar uma música natalícia este ano.
Como no Natal anterior coloquei a minha música de Natal preferida (Happy Christmas (war is over), de John Lennon), este ano decidi postar um pequeno guilty pleasure, daquelas músicas que apenas é giro ouvir. Não que seja totalmente de Natal, mas não há qualquer crise.


Mas como este ano eu quero ser boazinha, deixo duas em vez de apenas uma. E esta é mesmo boa


Curiosamente, ambas têm a participação do George Michael. Juro que não foi propositado!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Não resisti



OUVIR, VER, E PENSAR.

sábado, 14 de novembro de 2009

Bon Jovi e a sua veia social

Comprei o novo album da banda norte-america Bon Jovi (sim, comprei, numa loja), e para além de umas músicas que tocam a um nível mais pessoal, houve uma que me apanhou logoquando tive oportunidade de ler a sua letra:

Dateline early sunday morning
Shots ring out without a warning
No one seems to even blink in this town
Two dead and a baby missing
Sirens screaming in the distance
A mother pleading bring my baby home now

For the pink slip of an suv
A night cut down with tragedy
His defense another generation breakdown

Yeah, Yeah

What is the distance between a bullet and a gun
God are you listning
Or have you just given up

Yeah, Yeah
Yeah, yeah

Corporate countries go to war
Behind the lies they're fighting for
And black gold from an old king's soul won his round
How can someone take a life
In the name of god and say it's right
How does money lead to greed
When there's still hungry mouths to feed

Yeah, Yeah

What is the distance between a bullet and a gun
God are you listning
Or have you just given up

We need forgiveness
We all need a lot of love....

We need some hope
We need it now
A little faith man help me out
I'll learn to pray
But it's too late now

Yeah, Yeah

What is the distance between a bullet and a gun
God are you listening
Or have you just given up

What is the distance between a bullet and a gun
We need forgivness
We all need a lot of love...
A lot of love...


É ou não é vedade?

sábado, 31 de outubro de 2009

Ode aos Optimus Secret Shows

Oh Optimus Secret Shows!
Que maravilhosos que são,
Tão belos e singelos,
Que sentida emoção!

Oh Optimus Secret Shows!
Que oportunidade dada
para ver sem pagar
banda que nos dá tal alegria.

Por isso deixamos de lado
o cd não dado
ou o meet and greet injustamente perdido,
e as figuras que em nada deram.

Oh Optimus Secret Shows!
Vamos pensar no momento bem passado
a ouvir tais canções
Sem pesar no meu bolso
o preço do bilhete.

Oh Optimus Secret Shows!
Que belo projecto, 
que belas bandas,
que belas emoções!

Oh Optimus Secret Shows,
obrigada pelo concerto
e cada momento
ao som de Pontos Negros
e MANDO DIAO!

Obrigada.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

VH1, literalmente

Hoje, a minha tarde foi passada com a televisão sintonizada no VH1, o canal de música, que na maior parte das vezes passa músicas que têm mais alguns aninhos, enquanto passa também as deste século.
Para mostrar como o panorama musical é genialmente bom (reparem no trato irónico, por favor), a mesma música/artista, no espaço de 3 horas, é passada mais do que uma vez, e não vou falar aqui em género musical, que isso então varia apenas de meia em meia hora!
Agora, pergunto-me o porquê de tamanha repetição: será mesmo a deprimência musical, ou não têm mais na base de dados? É que o que não falta é oferta - mesmo que seja tudo do mesmo!

É uma pena... a música é uma arte tão bela... 

domingo, 25 de outubro de 2009

O que se ouve por aqui


Maybe Just Sad - Mando Diao

Se tudo correr bem, na próxima sexta, lá estarei para ver MANDO DIAO AO VIVO!

Agora, esta música... algo de mais.

sábado, 19 de setembro de 2009

Música orgásmica



Juntamente com ele, vem um CD/DVD da digressão de Grace.
Puro orgasmo musical.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O que se ouve por aqui



Já cá canta a reedição disto:

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Hoje, 27 de Agosto

Hoje é dia de alegria.
Estreia isto:

E já se pode ouvir isto:

We Werent Born To Follow - Bon Jovi

Sim, é um bom dia.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Há 40 anos atrás



Por volta de 1969, dizem os relatos, vivia-se numa época de liberdade individual, maioritariamente nos jovens, que mantinham um perfil pacífico e boa onda. As drogas e o "free sex", tal como a música, eram denominador comum na comunidade jovem. O movimento hippie.
Houve então quem se lembrasse de organizar um evento em que, durante 3 dias, no mesmo espaço, tivessem lugar vários concertos, das bandas mais badaladas, espaço esse em que era permitido a permuta nesses 3 dias, pagando de entrada uns simbólicos 24 dolares - chamaram ao evento Woodstock e decorreu em Bethel, Estados Unidos da América, nos dias 15, 16 e 17 de Agosto.

Foram dias loucos. Para além dos concertos, que levaram aquela gente ao rubro com a presença de Janis Joplin, Santana, Jefferson Airplane, The Who e outros 28 artistas, a diversão era constante.
Naqueles 3 dias, o nudismo não incomodava e era até bem vindo, em especial nos banhos no rio; o fumo era como nevoeiro e não havia sinais de qualquer fogo; o "free sex" foi mais free do que nunca, e alguns foram os bebés que nasceram em pleno recinto - os "bebés Woodstock".
As complicações existentes graças à escassez de alimentos e higiene não abalaram ninguém, e a boa disposição estava presente em todos.
Apesar das duas mortes que ocorreram no recinto - uma de overdose e outra resultado de um atropelamento por um camião - , quem lá esteve não esquece, e quem não esteve gostava de ter estado.

Hoje, temos muitos fstivais por onde escolher, com de tudo um pouco, mas o Woodstock foi o primeiro,o único.
O Woodstock foi o pai de todos os festivais, mas nenhum o consegue igualar.

O dia 17 de Agosto, já perto do dia 18, Jimi Hendrix actuou em último.
A história termina assim, com a actuação de um virtuoso artista, mas para sempre ficará escrito que aqueles 3 dias em Agosto de 1969 foram inéditos.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O Super Bock Super Rock Lisboa 2009

E cheguei ao Estádio do Restelo com o coração aos saltos e a barriga repleta de borboletas, ainda antes das portas abrirem, sensação que me acompanharia o resto da noite, até começar o concerto que esperava ansiosamente desde Fevereiro.
As portas abriram e deparei-me com um recindo diferente. Estava receosa por estar num festival que se realizava num estádio, mas esqueci isso ao acomodar-me nas grades do corredor, a menos de 10 metros do palco. O coração palpitava mais e as borboletas pareciam não querer parar.

Depois de uns passeios começaram os Betershell, mas sinceramente passaram-me um pouco ao lado; envergava já uma camisola da banda que esperava tanto para ver.

Passando o intervalo, The Walkmen.
Estava com certas expectativas, e o concerto a elas não correspondeu, mas fica a música.

Os intervalos, ao longo da noite, foram sendo passados com muita conversa e riso já com aquela companheira habitual, mas nem o coração nem as borboletas me davam descanso.

A Brandi Carlile deu um novo alento à tarde com a sua voz rouca
Gostei do concerto; ela calorosa, talentosa, e muito simpática - chegou a perguntar se tinha conseguido apanhar a palheta que para ali mandara. Já agora, thank you.

Mas a revelação da noite, para mim, veio a seguir, com um grupo sueco que eu acreditava mesmo que fosse alemão.
Ao som de Mando Diao, o coração apenas acelerou devido ao esforço que eu fazia, dançando e tentanto acompanhar a letra. Aquilo sim, fez-me esquecer a ansiedade.
No entanto, a hora que tocaram pareceu muito pouco, e sabendo o que vinha aí, as borboletas voltaram, e o coração não acalmou.

Estava curiosa em relação à Duffy, mas não soube a muito
A sua entrada e postura, tal Barbie que ganhou vida, adivinhava uma hora e meia - que, afinal, foi só uma - de descanso para o que vinha a seguir.
Ficou a brincadeira (não resisti a tentar imitar as coreografias das meninas do couro, ou a cantar um pouco da Barbie Girl, dos Aqua) e a tão esperada Mercy, apesar de ainda ter na mente aquela versão dos Bon Jovi no passado Rock in Rio.

Quando finalmente acabou, o tempo parecia não passar. Esperara 5 meses por aquele momento, fora os anos de espera pela sua confirmação, e faltava pouco tempo para chegar e para ver entrar no palco aqueles 4 senhores que me fizeram passar muito tempo em frente da MTV, à espera de ver passar o video de Mr. Brightside.
Foi então que, pouco antes da meia-noite, depois do meu coração quase pular do meu peito, comecei a ouvir os primeiros acordes de Human, e foi aí que ele parou.
Foi muito mais do que aquilo que estava à espera. Não me lembro de ter cantado tanto num concerto, e não sou pessoa para ficar calada! Dancei tanto quanto pude e gritei o que a minha garganta me deixou gritar, acompanhando Brandon enquanto ele passeava pelo palco, e tentanto vislumbrá-lo, tal como ao Ronnie, ao Mark e Dave (que teimava em manter-se fora do meu alcanse ocular).
Foi um concerto único, confirmando o porquê de esta ser uma das minhas bandas preferidas.

Eles são os THE KILLERS, e eu, como muitos expunham em camisolas e braços marcados com tinta, sou uma vítima. E continuarei a ser.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O que se ouve por estes lados


Michael Jackson - Dirty Diana.mp3 -
Não resisto a uma boa música de MJ nestes dias.


Optimus Alive! - II

E pelos vistos já acabou, no sábado.
Próxima paragem: Super Bock Super Rock Lisboa

THE KILLERS!

sábado, 11 de julho de 2009

Optimus Alive! - rescaldo



Ontém, dia 10, foi o segundo dia da edição de 2009 do festival Optimus Alive!, em Oeiras.

À última da hora lá tive permissão para ir, e fui ver ao vivo bandas como The Kooks, Eagles of Death Metal, Placebo ou Prodigy (novas descobertas, as duas últimas) e The Ting Tings - na imagem (únicas que consegui tirar)

Escusado será dizer que achei fenomenal! Não apenas pelos concertos - que enlouqueceram qualquer um - , mas por todo o recinto, bom ambiente e puro convívio.
Os festivais de verão são locais de pura loucura; a música e a bebida (ou outras substâncias) andam de mãos dadas, e são mais do que local para ver várias bandas de uma só vez.
É o culminar de um ano passado, a ida a um festival, e por isso este soube tão bem.

O anteriormente Oeiras Alive!, hoje com o Optimus a substituir o nome da localidade, tem crescido de ano para ano.
Até agora, para além do recinto apresentado e a sua (privilegiada) localização, tem trazido a Portugal grandes nomes do panorama musical, como Pearl Jam, Smashing Pumpkins, Rage Against The Machine, Bob Dylan, Placebo e Prodigy, mantendo os cartazes dos 3 anos em níveis muito elevados.
Apesar de um início talvez mais destinado ao denominado "pessoal do indie", o que acontece é que o Alive! é procurado por uma grande variedade de tribos e pessoas, se me permitem abusar dos esteriótipos - devido, sobretudo, a um cartaz que abrange todos os estilos, como podemos comprovar pelo cartaz deste ano.
O Optimus Alive! tem vindo a impôr-se no calendário festivaleiro nacional (chegando mesmo a fazer grande pressão sobre um dos festivais mais bem sucedidos, o Super Bock Super Rock) e internacionais , com a presença de muitos espectadores estrangeiros, e a publicidade por essa Europa fora.
Este ano, o meu primeiro neste festival, veio confirmar isso mesmo: o Optimus Alive! não é apenas mais um festival, é um dos grandes festivais portugueses!
Sem deixar de mencionar que há mais do que música: há arte (este ano com a exposição do trabalho de Rita Carmo/Espanta Espíritos) e cultura, conhecimento, dando a conhecer algumas áreas científicas.
De louvar também igualmente a preocupação ambiental, com a existência de ecopontos por todo o recinto e a própria divulgação destas preocupações, entre outras.
É um começo.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Como és, triste vida


Estou chocada, desde ontém à noite: morreu Michael Jackson, King of Pop, aos 50 anos!
Apesar da controvérsia da sua pessoa, não há como negar que marcou o panorama musical, tal como algumas gerações. É inegável que fez dos melhores albuns Pop de sempre - e que ainda hoje continua a ser o album mais vendido de sempre - e que faz parte da História da Música como sendo o Rei da Pop, título que, mesmo tendo sido por ele atribuído, é dele e de mais ninguém!

A princípio, quando me vieram dizer que Michael Jackson tinha morrido,não acreditei. No entanto, mudando para a Sky News, deparei-me com a possível verdade da informação. Foi aí que começou o choque. Mensagens de quem sabia que admirava o músico invadiram-me, tal como invadiram as televisões nacionais e internacionais.

Alegadamente devido a uma paragem cardíaca que provocou o coma e, posteriormente, a morte, perdeu-se ontém uma das maiores figuras da música Pop.
E eu que tinha esperança de uma tour mundial...
Mostra apenas como é precioso o momento. Nunca sabemos quando acaba.

Aqui fica uma das minhas músicas predilectas de Michael Jackson, Billie Jean

sexta-feira, 10 de abril de 2009

O que se ouve por estes lados

Ouve-se o Help, dos Beatles (como não podia deixar de ser).
Em especial:


Muito bom...


(O John Lennon era tão fofo *.*)

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Beatlemania

O que importa é a música; a transmissão de cada palavra e cada nota, um novo sentimento.
Mas o calor da multidão deixa a música de lado.
No palco, está a celebridade que toca e canta; na rua, aquele que aparece nos jornais e na televisão, de quem todos gostam.

A música passa para segundo plano. Mais importante agora é ver quem é tão adorado, quem majestosamente aparece no palco com guitarras na mão ou se senta à bateria. Quem quer saber da obra criada e ali exposta? Importante é o fenómeno...

A maior parte dos fãs de Beatles na altura em que apareceram não deu conta de quão revolucionários foram no campo musical. Estavam na moda, eram famosos, palavra puxa palavra.
Aquele grupo de jovens fazia música por amor á arte! Ainda mais, foram além das convenções e criaram algo fora do registo habitual da época, com as suas (aparentemente) simples canções, com uma genialidade tal que fazem hoje dos Beatles a maior banda de sempre! Quem o nega que dê um passo em frente.
Na altura, eram apenas 4 rapazes engraçados que até faziam canções e tinham um jeito sedutor e meio doido no palco (e fora dele).
É claro que, talvez, todas as palavras de Love Me Do eram sabidas de cor. Mas até que ponto era isso importante? Giro, giro era gritar em plenos pulmões, não deixar ouvir a música e tentar, em vão, arranjar um pedaço de cabelo!

Em pleno processo de tentar tornar possível o contacto, perdemos noção de que quem procuramos alcançar é também uma pessoa com a sua própria existência.
Quem somos nós para querer fazer delas deuses?
Faço de vós puros deuses musicais, porque mentiria se dissesse que não o foram.
Quem sabe não estarei um dia em frente de Sir Paul McCartney, pedindo apenas que cante um pouco de Help. Um video de tal coisa, juntamente com um pedaço de papel com o seu nome, também não seria mau de todo...

domingo, 15 de março de 2009

" As Baleias "

Não é possivel que voce suporte a barra
De olhar nos olhos do que morre em suas mãos
E ver no mar se debater o sofrimento
E até sentir-se um vencedor neste momento

Não é possivel que no fundo do seu peito
Seu coração não tenha lágrimas guardadas
Pra derramar sobre o vermelho derramado
No azul das águas que voce deixou manchadas

Seus netos vão te perguntar em poucos anos
Pelas baleias que cruzavam oceanos
Que eles viram em velhos livros
Ou nos filmes dos arquivos
Dos programas vespertinos de televisão

O gosto amargo do silêncio em sua boca
Vai te levar de volta ao mar e a fúria louca
De uma cauda exposta aos ventos
Em seus últimos momentos
Relembrada num troféu em forma de arpão

Como é possível que voce tenha coragem
De não deixar nascer a vida que se faz
Em outra vida que sem ter lugar seguro
Te pede a chance de existência no futuro

Mudar seu rumo e procurar seus sentimentos
Vai te fazer um verdadeiro vencedor
Ainda é tempo de ouvir a voz dos ventos
Numa canção que fala muito mais de amor


Roberto Carlos


Diz tanto, em tão poucas linhas.

Não apenas sobre a caça da Baleia, mas, já que falamos nela, que tal dar uma vista de olhos ali aos tópicos do Take Action da Greenpeace?

domingo, 1 de março de 2009

54º Festival da Canção da RTP

Ontém foi dia de festival. Foi dia de escolher a canção a ser levada a Moscovo em Maio para representar Portugal no Festival da Eurovisão.
E 12 músicas foram apresentadas.

Entre uma Nucha a tentar ser rockeira ao estilo dos Filandeses (que têm envidado grupos mais "pesados" e já por uma vez saíram vitoriosos), uma Romana a tentar ser fadista e outras tantas músicas ligeiras que foram aparecendo, chegaram duas de que gostei especialmente, por motivos completamente diferentes.

Desde que vi o Nuno Norte a vivo no Rock in Rio Lisboa 2004 que fiquei fã. A sério! No entanto, a música dele não me entrou muito no ouvido, não sei porquê.
Foi ao chegar a música número 11, dos até então desconhecidos Flor De Lis (agora já adicionados no MySpace), que a visão que estava a ter deste festival mudou. Que música tão alegre! Que boa representação do nosso país! Todas as Ruas do Amor conquistou-me!
Pareceu-me a mim Música Portuguesa, com letras maíusculas, a música tipicamente portuguesa. E escolhi a minha perferida.

Chega então a número 12. Sejamos realistas: a música não é nada por aí além, as vozes, sim há que dar crédito, e pode parecer imensamente banal. Mas, é um festival, e todo o espectáculo que foi montado juntamente com a música estava óptimo para levar a Moscovo.

No entanto, acho que as pessoas (as que votam e as que participam) se esquecem é que a música a escolher tem que representar o país. Queremos mesmo levar algo lá para fora que não diz Portugal em nada?
A surpresa não foi nenhuma quando Luciana Abreu ganhou o voto do público. E, obstante de a sua música ser boa ou não, ainda bem que o voto distrital preferiu os Flor De Lis (que até arrecadaram também uma grande preferência do público)!

Os instrumentos, a voz, a presença... Que vitória bem merecida! Mesmo que não ganhem lá, ganham-me a mim, pelo menos; uma ouvinte que se tornou fã!

Temos tão bons artistas e não lhes damos valor... É triste. Eu acho triste.
O ano passado, levámos a melhor música de todo o Festival, apesar de termos ficado a meio da tabela.
O quê, ainda acreditam que votam na melhor música? Que pura ilusão... Não se fiem nos votos, amigos. A qualidade de cada música não se vê por eles. Esses votos apenas mostram o número de imigrantes do país que vota, ou o que este pensa sobre em quem vota.

Por cá, ainda vemos a música. Ou quem canta...
Fico contente que, pelo menos este ano (e sim, também o ano passado), concorramos com uma música tipicamente portuguesa.

Ainda não ouviram? Força nisso! Encantou-me tanto...
(video de apresentação e apresentação da música no festival)