Tenho vindo a aumentar o meu nestas semanas, e apesar do cinema ter tido um maior destaque, a maior suspresa que encontrei foi uma série de televisão. Mas não é uma série de televisão qualquer.
Falo de Dexter, série que tem estado nas bocas do mundo há já alguns meses, mas que só lhe tomei o gosto há dias, ao assistir a um dos primeiros episódios (em reposição na Fox, desde a 1ª temporada).
Basicamente, Dexter é sobre... Dexter Morgan, um analista forense que é, nada mais, nada menos, do que um assassino em série. Mas não é um assassino qualquer: graças aos ensinamentos do seu pai adoptivo, Dexter controla a sua sede por sangue matando apenas criminosos que conseguiram escapar à justiça.
Porque Dexter é completamente diferente. A sua necessidade de manter uma aparência normal levaram-no a manter relações superficiais com o mundo, enquanto faz justiça sem ninguém saber.
Fiquei apaixonada por esta intrigante personagem, e agora não quero outra coisa.
São passadas na televisão séries policias de todos os géneros e feitios, mas nenhuma é protagonizada pelo criminoso, pelo assassino. Esta centra-se em Dexter e no que sente, no que o move.
É um contexto diferente no que toca a séries policias.
Por isso, se ainda não tiveram oportunidade de ver, força. De segunda a sexta, na Fox, às 23.50h.
É de sangrar por mais! (não resisti ao trocadilho)

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