" Bird of prey flying high, take me on your flight "

quarta-feira, 29 de julho de 2009

" Apocalypse Now Redux " (2001) - versão original de 1979


De: Francis Ford Coppola
Argumento: Francis Ford Coppola e John Milius

Em plena guerra do Vietname, o capitao Benjamin L. Willard (Martin Sheen) é enviado numa missão: partir em busca do coronel Walter E. Kurtz (Marlon Brando), um coronel americano que se barricou no Cambodja, acusado de homicídio e de utilizar métodos pouco convencionais, e eliminá-lo.
Entretanto, é-nos mostrada uma nova visão da guerra do Vietname, um dos momentos negros da História Americana.

Se existem filmes que me deixam sem palavras, este é um deles.
Com certeza que muito já foi dito acerca de Apocalypse Now, e, portanto, pouco há também a dizer, sem repetir o que já foi dito.
É chamado de épico, e eu nada acrescento. Francis Ford Coppola é apelidado de génio e eu nada digo. Marlon Brando é considerado dos melhores actores de sempre, e eu não podia concordar mais.

Coppola tem uma maneira peculiar de mostrar o que interessa e o que se torna secundário, como nos monólogos de Kurtz, em que apenas se vê uma parte da sua cara e só se ouve a sua voz. Fiquei admiradora do seu trabalho (ou, melhor dizendo, ainda mais admiradora, que Godfather é um dos meus filmes predilectos).
Tecnicamente é um filme excelente, com grande "ovação" para a equipa de som.
As cenas de batalha também são alvo de atenção redobrada, muito bem montadas _ como acaba por ser todo o filme.

E, apesar de todas as interpretações serem exemplares (com grande relevo para Martin Sheen), não posso deixar de mencionar mais alongadamente um senhor que merece respeito: Marlon Brando!
Depois de o ver como Don Corleone ou Jor-El - em Superman - , apenas para mencionar os dois primeiros trabalhos que vi com ele, um Coronel Kurtz arrebatou-me!
Considero-o, sem dúvida, dos melhores actores que já vi representar!
Aqui, ele mostrou a introspecção e mistério da personagem, talvez até mesmo a loucura que o tomava.
Intrigou-me bastante esta sua personagem, devido a todo o mistério que a envolve, a sua filosofia.

Um filme intrigante e bastante interessante, que vou de certeza ver novamente.

(esta versão é uma versão alargada, editada por Coppola em 2001, com várias cenas inéditas, considerado por muitos um novo Apocalypse Now. O próximo a visualizar será o original)

A praia sai cara

Fui multada pela primeira vez, e ainda nem tenho carro!
A viagem de comboio para Carcavelos tinha corrido bem, o dia na praia com os primos tinha sido maravilhoso, e, na viagem de regresso, estava planeado um pequeno desvio para Belém - não resistimos a um bom pastel!
Ora, até aqui tudo bem. Acontece que, entrando no comboio de regresso a Algés, entramos na carruagem em que se encontrava o revisor,o que não nos preocupou: todos tinham bilhete e eu passe, com a informação de que, com o L123, podia andar à vontade.
Senti-me extremamente "abananada" quando o senhor revisor, mal o comboio começa a andar, me diz que aquele passe só é válido até Oeiras que, para quem não sabe, é a paragem anterior a Carcavelos, indo de Algés.
Claro está que apanhei uma multa, na módica quantia de 97,20 euros. Coisa pouca.
Fiquei genuinamente espantada por saber que o passe não era válido, ainda mais quando, sem mais nem ontém, me é passada uma multa de 97 euros!
Eu podia censurar o senhor revisor por me ter multado, mas fiscalizar é o seu trabalho, mesmo quando está perante puro desconhecimento, multando em vez de aceitar que compre o bilhete na paragem que se seguia.
Censuro-o sim pela sua rudeza. E para os amigos revisores um conselho: se querem fazer o vosso trabalho, se têm de multar, ao menos não sejam mal-educados e rudes com o cliente, muito principalmente quando este não se mostrou rude convosco, nem vos faltou ao respeito!
Apenas o civismo e bons costumes censuro, ou falta deles. É claro que me sinto revoltada sabendo que terei de pagar 97 euros por não ter comprado um bilhete de 1,20 euros, quando a maioria é mandada sair para comprar bilhete; mas a revolta aumenta quando não nos sentimos respeitados. Eu, sem querer, senti-me uma criminosa!
E ao senhor revisor: peço desculpa pela minha falta de conhecimento, pois garanto-lhe que, sabendo, teria comprado o bilhete para ir de Oeiras a Carcavelos. Mas pode esperar uma reclamação, que há modos para falar com as pessoas, mesmo que não tenham pago o bilhete.

sábado, 25 de julho de 2009

A minha relíquia queirosiana

(...) Eu pergunto-me agora se não te lembras da minha voz... Eu não sou Jesus de Nazaré, nem outro Deus criado pelos homens... Sou anterior aos deuses transitórios; eles dentro em mim se transformam; eles dentro em mim se dissolvem; e eternamente permaneço em torno deles e superior a eles, concebendo-os e desfazendo-os, no perpétuo esforço de realizar fora de mim o Deus absoluto que em mim sinto. Chamo-me a Consiciência; sou neste instante a tua própria consciência reflectida fora de ti, no ar e na luz, e tomando ante teus olhos a forma familiar, sob a qual, tu, mal-educado e pouco filosófico, estás habituado a compreender-me... Mas basta que te ergas e me fites para que esta imagem resplandecente de todo se desvaneça.
Eça de Queirós, A Relíquia


E por mais que tentemos esconder, fugir à realidade de que não podemos manter duas faces para o mundo, um dia será provada a inutilidade da hipocrisia.

" The Dark Knight " (2008)



De: Christopher Nolan
Argumento: Jonathan Nolan e Christopher Nolan

Bruce Wayne, na pele do vigilante da noite Batman (Christian Bale), tem agora como missão libertar Gotham City das mãos de mafiosos e de Joker (Heath Leger), um criminoso louco cujo objectivo é provocar o caos, e mostrar que todos podem cair.

Já tinha ouvido falar muito deste filme mas só agora o pude ver.
É, sem dúvida, um filme incrível!
Mantendo-se na onda das trevas protegidas pelo cavaleiro, acaba por ser um filme muito escuro, o que o torna mais misterioso e, no meu caso, interessante.
As cenas de acção estão muito bem consegudias, e se puder dar nota positiva a algo, é aos momentos de absoluta tensão, em que apenas nos dá vontade de começar a roer as unhas - ou as pontas dos dedos, caso as unhas sejam inexistentes.

No entanto, confirmando que todo o filme está bem conseguido e trabalhado, devo dizer que o melhor, para a minha pessoa, foram duas coisas:
  1. O Joker. Não sei como ficar indiferente a esta personagem. Apesar de nada se saber acerca dela, é das personagens mais cativantes que tenho encontrado no cinema, seja exactamente pelo mistério, por toda a sua maneira característica de falar e comportar-se. Heath Ledger tem uma brilhante prestação neste papel, merecendo o prémio póstumo e confirmando o que já se sabia: perdeu-se um grande actor!
  2. As reviravoltas. O filme está repleto delas, desde a mortos que afinal estão vivos, a bons que são maus; o previsível deixa de o ser (apesar de alguns desfechos serem esperados, claro está).
Nao posso dizer que gostei particularmente da prestação de Christian Bale, comparando apenas com American Psycho. Pareceu-me muito distante.
Já Aaron Eckhart, no papel de Harvey Dent/Two Faces, com a reviravolta da sua personagem muda também, parecendo uma pessoa completamente diferente; no final do filme, aparece num registo diferente do habitual.

No final, pode apenas dizer-se que é um grande filme, que deve ser visto e apreciado.

                                        
                                         WHY SO SERIOUS?

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Só para o ano



Ansiosamente esperando...

terça-feira, 21 de julho de 2009

O Homem e a Lua

16 de Julho de 1969.
Cabo Canaveral, Florida, Estados Unidos da América.
Na missão Apollo XI, Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins embarcam na viagem das suas vidas.
O Presidente Kennedy quis, e a NASA faz a vontade. Em plena Guerra Fria, os norte-americanos ganham a corrida até à Lua, com a chegada dos 3 astronautas que ficaram na História.



That's one small step for man, one giant leap for mankind

Esta frase de Neil Armstrong, o pimeiro Homem a pisar solo lunar, é conhecida por todos e já foi utilizada nas mais variadas ocasiões, pelas mais diversas personalidades.
Acontece que aquele foi sem dúvida um passo gigantesco para a Humanidade, tornando-nos crentes de que podíamos chegar a qualquer lugar, e conhecer o que nos rodeia.
Desde aquele extraordinário momento, o Homem já montou uma Estação Espacial, já fez mais viagens até á Lua e ate já lançou uma sonda em Marte - a próxima ambição, tentando alcançar o mesmo que a tripulação da Apollo XI.
Os avanços foram imensos!
E apesar de todas as teorias que afirmam que a alunagem de 20 de Julho de 1969 foi apenas um produto de Hollywood, é inegável o peso que esse momento teve para qualquer pessoa.
Se o Homem consegue andar na Lua, pode conseguir o que quiser.


Em dia de comemoração passou na televisão o filme Apollo XIII, de Ron Howard e com um elenco de luxo que inclui Tom Hanks, Kevin Bacon, Gary Sinise e Ed Harris.
Chamaram-lhe o «fracasso bem sucedido» da História da NASA, mas podemos podemos imaginar a frustração de alguém que esteve tão próximo de pisar a Lua sem o conseguir, e o medo ainda maior de não conseguir sobreviver.
Foi uma fatalidade, mas a entrega de muitos permitiu que o fracasso fosse bem sucedido, salvando a tripulação quando tudo parecia apontar para uma morte iminente.
Não deixam de ser heróis.

(e parece que a nova alunagem está já agendada para 2013, se não me engano. A esta vou poder assistir)


segunda-feira, 20 de julho de 2009

O Super Bock Super Rock Lisboa 2009

E cheguei ao Estádio do Restelo com o coração aos saltos e a barriga repleta de borboletas, ainda antes das portas abrirem, sensação que me acompanharia o resto da noite, até começar o concerto que esperava ansiosamente desde Fevereiro.
As portas abriram e deparei-me com um recindo diferente. Estava receosa por estar num festival que se realizava num estádio, mas esqueci isso ao acomodar-me nas grades do corredor, a menos de 10 metros do palco. O coração palpitava mais e as borboletas pareciam não querer parar.

Depois de uns passeios começaram os Betershell, mas sinceramente passaram-me um pouco ao lado; envergava já uma camisola da banda que esperava tanto para ver.

Passando o intervalo, The Walkmen.
Estava com certas expectativas, e o concerto a elas não correspondeu, mas fica a música.

Os intervalos, ao longo da noite, foram sendo passados com muita conversa e riso já com aquela companheira habitual, mas nem o coração nem as borboletas me davam descanso.

A Brandi Carlile deu um novo alento à tarde com a sua voz rouca
Gostei do concerto; ela calorosa, talentosa, e muito simpática - chegou a perguntar se tinha conseguido apanhar a palheta que para ali mandara. Já agora, thank you.

Mas a revelação da noite, para mim, veio a seguir, com um grupo sueco que eu acreditava mesmo que fosse alemão.
Ao som de Mando Diao, o coração apenas acelerou devido ao esforço que eu fazia, dançando e tentanto acompanhar a letra. Aquilo sim, fez-me esquecer a ansiedade.
No entanto, a hora que tocaram pareceu muito pouco, e sabendo o que vinha aí, as borboletas voltaram, e o coração não acalmou.

Estava curiosa em relação à Duffy, mas não soube a muito
A sua entrada e postura, tal Barbie que ganhou vida, adivinhava uma hora e meia - que, afinal, foi só uma - de descanso para o que vinha a seguir.
Ficou a brincadeira (não resisti a tentar imitar as coreografias das meninas do couro, ou a cantar um pouco da Barbie Girl, dos Aqua) e a tão esperada Mercy, apesar de ainda ter na mente aquela versão dos Bon Jovi no passado Rock in Rio.

Quando finalmente acabou, o tempo parecia não passar. Esperara 5 meses por aquele momento, fora os anos de espera pela sua confirmação, e faltava pouco tempo para chegar e para ver entrar no palco aqueles 4 senhores que me fizeram passar muito tempo em frente da MTV, à espera de ver passar o video de Mr. Brightside.
Foi então que, pouco antes da meia-noite, depois do meu coração quase pular do meu peito, comecei a ouvir os primeiros acordes de Human, e foi aí que ele parou.
Foi muito mais do que aquilo que estava à espera. Não me lembro de ter cantado tanto num concerto, e não sou pessoa para ficar calada! Dancei tanto quanto pude e gritei o que a minha garganta me deixou gritar, acompanhando Brandon enquanto ele passeava pelo palco, e tentanto vislumbrá-lo, tal como ao Ronnie, ao Mark e Dave (que teimava em manter-se fora do meu alcanse ocular).
Foi um concerto único, confirmando o porquê de esta ser uma das minhas bandas preferidas.

Eles são os THE KILLERS, e eu, como muitos expunham em camisolas e braços marcados com tinta, sou uma vítima. E continuarei a ser.

domingo, 19 de julho de 2009

Avé Harry Potter!



Como não podia deixar de ser, já assisti ao 6º filme do Harry Potter, cumprindo a tradição. Há certas coisas e momentos que devem ser apenas partilhados com algumas pessoas.


Quanto ao filme, não me alongarei.
Apenas como filme que segue uma história, adorei! Os efeitos especiais e todo o trabalho estão excelentes!
Agora, tendo em conta que é baseado num livro, nada bom! Acompanhando os dois últimos filmes, muitas gralhas, omissão de importantes detalhes, distorção da história, novas cenas que não aparecem no livro...
Não sei como vão descalçar esta bota... Muitos detalhes omitidos são necessários para o desenrolar da história, mas eles lá sabem.

Não deixa de ser o Harry Potter. Estarei lá para o ano.

O que ando a comer

A receita das batatas Pringles tem de ter alguma coisa... Que outro motivo pode haver para o facto de não serem nada de especial e serem completamente viciantes?

O que é que eu ando a comer?!

Obrigada

Vou descobrindo algo novo sobre gente conhecida há tanto tempo.
E é então que me pergunto: até que ponto conheço eu cada pessoa? Poderei mesmo dar-me ao luxo de dizer que conheço quem julgo conhecer?
Debato-me então com questões existênciais, tentando perceber, lá mesmo no íntimo de mim, se acho que conheço alguém verdadeiramente, ou se acredito que alguém virá quando chamar.
No meu íntimo, seique posso contar com alguém para me amparar, mesmo que já tenha eu, falhado, mais do que uma vez.
E novamente sinto-me abençoada.
 Talvez dê demasiada importância a quem não mereça tanta, mas em algum ponto da minha vida foram importantes o suficiente para hoje ter em alta a sua consideração.
Apenas por isso, hoje pretendo agradecer aos que me ajudaram nesta jornada até aqui, mesmo que nunca venham a ler este meu agradecimento. Escrevo-o nas estrelas e em pedaços de praia, na esperança de alguém os encontrar.
Porque sei que existem, e mesmo que hoje a sua presença não seja tão sentida, existiram em tempos, e em tempos estavam presentes.
Aqui dentro, sempre existirão.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O que se ouve por estes lados


Michael Jackson - Dirty Diana.mp3 -
Não resisto a uma boa música de MJ nestes dias.


Optimus Alive! - II

E pelos vistos já acabou, no sábado.
Próxima paragem: Super Bock Super Rock Lisboa

THE KILLERS!

sábado, 11 de julho de 2009

Optimus Alive! - rescaldo



Ontém, dia 10, foi o segundo dia da edição de 2009 do festival Optimus Alive!, em Oeiras.

À última da hora lá tive permissão para ir, e fui ver ao vivo bandas como The Kooks, Eagles of Death Metal, Placebo ou Prodigy (novas descobertas, as duas últimas) e The Ting Tings - na imagem (únicas que consegui tirar)

Escusado será dizer que achei fenomenal! Não apenas pelos concertos - que enlouqueceram qualquer um - , mas por todo o recinto, bom ambiente e puro convívio.
Os festivais de verão são locais de pura loucura; a música e a bebida (ou outras substâncias) andam de mãos dadas, e são mais do que local para ver várias bandas de uma só vez.
É o culminar de um ano passado, a ida a um festival, e por isso este soube tão bem.

O anteriormente Oeiras Alive!, hoje com o Optimus a substituir o nome da localidade, tem crescido de ano para ano.
Até agora, para além do recinto apresentado e a sua (privilegiada) localização, tem trazido a Portugal grandes nomes do panorama musical, como Pearl Jam, Smashing Pumpkins, Rage Against The Machine, Bob Dylan, Placebo e Prodigy, mantendo os cartazes dos 3 anos em níveis muito elevados.
Apesar de um início talvez mais destinado ao denominado "pessoal do indie", o que acontece é que o Alive! é procurado por uma grande variedade de tribos e pessoas, se me permitem abusar dos esteriótipos - devido, sobretudo, a um cartaz que abrange todos os estilos, como podemos comprovar pelo cartaz deste ano.
O Optimus Alive! tem vindo a impôr-se no calendário festivaleiro nacional (chegando mesmo a fazer grande pressão sobre um dos festivais mais bem sucedidos, o Super Bock Super Rock) e internacionais , com a presença de muitos espectadores estrangeiros, e a publicidade por essa Europa fora.
Este ano, o meu primeiro neste festival, veio confirmar isso mesmo: o Optimus Alive! não é apenas mais um festival, é um dos grandes festivais portugueses!
Sem deixar de mencionar que há mais do que música: há arte (este ano com a exposição do trabalho de Rita Carmo/Espanta Espíritos) e cultura, conhecimento, dando a conhecer algumas áreas científicas.
De louvar também igualmente a preocupação ambiental, com a existência de ecopontos por todo o recinto e a própria divulgação destas preocupações, entre outras.
É um começo.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Mar, doce mar

Já sentia saudades de ter aquela sensação de calor e de férias.
Sentia saudades de sentir os grãos de areia na pele, o vento fresco com cheiro a maresia, o sal no meu corpo.
Sim, já sentia saudades; agora sei que estou de férias, com uma simples ida à praia!
Até já sinto o corpo quente!

(Atenção crianças: a protecção é importante! Factor 50!) 

Verde existência

Ouve-se os pássaros e o riso de gente alegre.
Ouve-se o som do vento a roçar nas folhas e as conversas amigáveis.
Respira-se um ar mais puro e convive-se com aquela coisa tao estranha a que chamamos Natureza.
Esquecemos até por momentos que estamos no meio da cidade, mas Monsanto tem destas coisas. E tem outras também que vale a pena aproveitar, nem que seja só aproveitar o verde.

Ka-shing!

É triste quando a polémica, o lucro, são tão importantes que não se deixa descansar um morto!
Ainda vai fazer duas semanas que morreu, vâm agora para as manchetes de jornais as mais variadas polémicas acerca de Michael Jackson.
Sim, é triste, que depois de uma vida perseguido pelos media por motivos que nada tinham a ver com a sua genialidade musical, ainda o seja!

Por favor, deixem o homem descansar, pelo menos uma vez.